Os preços futuros do milho fecharam em alta nesta quarta-feira (4) na Bolsa de Chicago (CBOT), recuperando parte das perdas recentes após iniciarem o pregão em queda. Na Bolsa Brasileira (B3), os contratos tiveram oscilações distintas, com estabilidade, recuos leves e valorização, sem acompanhar de forma uniforme o movimento positivo do mercado norte-americano.
O contrato do milho para dezembro de 2026 encerrou o pregão na CBOT cotado a US$ 4,4450 por bushel, com alta de 0,40%. Os demais vencimentos também registraram ganhos, enquanto, na B3, o desempenho variou conforme o período de entrega.
Na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento em dezembro de 2026 avançou 1,75 cent, para US$ 4,4450 por bushel, equivalente a uma valorização de 0,40%. O vencimento março de 2027 subiu 2,00 cents e terminou cotado a US$ 4,5850 por bushel. Já o contrato maio de 2027 registrou ganho de 1,50 cent, encerrando a US$ 4,6650. Para julho de 2027, a cotação avançou 1,25 cent, alcançando US$ 4,7350 por bushel. O movimento positivo marcou uma recuperação parcial das perdas recentes, depois de os contratos iniciarem a sessão no campo negativo.
No mercado brasileiro, os contratos futuros de milho encerraram a quarta-feira com movimentos diferentes entre os vencimentos. O contrato novembro de 2026 terminou estável, cotado a R$ 67,35 por saca de 60 quilos. O janeiro de 2027 recuou 0,11%, para R$ 71,69 por saca.
Na direção contrária, o vencimento março de 2027 avançou 0,40%, encerrando o pregão a R$ 76,20 por saca. Já o contrato maio de 2027 apresentou queda de 0,01%, com fechamento a R$ 75,19. O desempenho da B3, portanto, não acompanhou de maneira uniforme a valorização observada em Chicago, com diferenças entre os vencimentos negociados.