Chuva deve superar média na 2ª quinzena do mês na maior parte agrícola do Brasil

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Chuva deve superar média na 2ª quinzena do mês na maior parte agrícola do Brasil

Para o Rio Grande do Sul, a expectativa também é de chuvas perto do normal para esta época do ano
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 A segunda metade de novembro deverá ser de chuvas dentro ou acima da média nas principais áreas produtoras de grãos, café e cana-de-açúcar do Brasil, de acordo com dados do Agriculture Weather Dashboard, do Refinitiv Eikon.

As precipitações em bom volume devem contribuir para o desenvolvimento satisfatório das lavouras, embora já apareçam relatos pontuais de problemas decorrentes da umidade em excesso.

Em Mato Grosso, maior produtor de soja do Brasil, as chuvas até 1º de dezembro devem ficar quase 100 milímetros acima do normal no norte e nordeste do Estado, mas o impacto sobre o plantio da oleaginosa tende a ser limitado, haja vista que os trabalhos estão praticamente encerrados.

Também são esperadas precipitações na fronteira agrícola do Matopiba, composta por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Por lá, importante região produtora de grãos, deve chover mais de 200 milímetros em algumas áreas ao longo dos próximos 15 dias.

Já em Mato Grosso do Sul, a tendência é de que a chuvarada volte para mais perto da média histórica. O Estado é onde a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontou, em seu mais recente relatório, problemas com a soja.

O órgão do governo disse que ocorreram casos pontuais de necessidade de replantio devido a encharcamento de solo, chuva de granizo e aprofundamento de sementes. Além disso, algumas áreas têm apresentado ataques de bicudo da soja em plântulas e alguns casos de requeima.

No Paraná, segundo maior produtor de soja do Brasil, as chuvas também devem ficar próximas da média. Em outubro, as precipitações em excesso atrapalharam o andamento dos trabalhos no Estado, que viu a semeadura ficar atrasada na comparação anual.

Para o Rio Grande do Sul, a expectativa também é de chuvas perto do normal para esta época do ano.

A elevada umidade também afetou a qualidade das lavouras de trigo prontas para colher no Sul.

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