Circovirose suína: entenda como a doença afeta os plantéis
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Imagem: Pixabay
SUÍNOCULTURA

Circovirose suína: entenda como a doença afeta os plantéis

A patologia pode acometer os animais em diversas fases do ciclo produtivo causando perdas zootécnicas e econômicas
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A Circovirose é uma das doenças mais importantes à nível econômico na suinocultura, pois sua presença nas granjas pode acarretar uma série de perdas zootécnicas que geram prejuízos para os criadores.

A patologia tem como agente o Circovírus Suíno do tipo 2 (PCV2), que é altamente contagioso e resistente. O vírus ataca o sistema imunológico dos animais e pode afetá-los em qualquer fase produtiva, desde o desmame até a terminação.

Como afeta o tecido linfóide dos suínos, o PCV2 causa imunossupressão, facilitando a ação de outros patógenos, que geram co-infecções que agravam o quadro clínico dos animais afetados. Entre os agentes oportunistas mais comuns envolvidos nos casos de circovirose estão o vírus da Influenza suína e o Mycoplasma hyopneumoniae.

A circovirose pode se manifestar clinicamente das seguintes formas: doença sistêmica, doença respiratória, doença entérica, doença reprodutiva e síndrome de dermatite e nefropatia.

No caso dos leitões, o quadro mais comum é a síndrome de refugagem, que causa retardo no crescimento, anemia, icterícia e pode levar os animais a morte.

“A circovirose atinge suínos principalmente após o desmame e os animais acometidos apresentam problemas de desenvolvimento, ficando fora do padrão de peso e tamanho para idade. Além disso, por conta da imunossupressão vários agentes oportunistas podem agir nessa fase e piorar a evolução do quadro do animal. O diagnóstico assertivo associado ao quadro clínico é muito importante para se estabelecer as corretas medidas de controle.”, explica a médica-veterinária e gerente de linha da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, Marina Moreno.

Como afeta os animais em diversas fases do ciclo produtivo, a presença da circovirose na granja aumenta as taxas de mortalidade e gera uma série de prejuízos econômicos, associados às perdas zootécnicas, piora na conversão alimentar e gastos com tratamento.

A prevenção é a melhor forma de manter os suínos protegidos contra a circovirose. Para auxiliar nessa missão, a Ceva, uma das maiores empresas de saúde animal do mundo que é referência no desenvolvimento de soluções para manutenção da sanidade das granjas, oferece ao mercado a Circovac.

A vacina confere proteção robusta aos suínos contra a circovirose e protege os leitões pela vida toda. Além disso, a Circovac reduz a excreção viral, o que auxilia na diminuição da pressão de infecção na granja.  Circovac tem “C” de confiança, Circovac tem “C” de Ceva.


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