A soja fechou em alta na Bolsa de Chicago por clima que se agrava na Argentina, limitada pelas exportações fracas e alta do dólar, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março23 fechou em alta de 1,04% ou $ 15,50 cents/bushel a $ 1519,75”, comenta.
“A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 1,00%, ou $ 15,00 cents/bushel a $ 1509,25. A cotação de maio24 fechou em alta de 0,35% ou $ 4,75 cents/bushel a $ 1359,50. O contrato de farelo de soja para março fechou em baixa de -0,22% ou $ -1,1/ton curta $ 489,3 e o contrato de óleo de soja para março fechou, em alta de 1,40% ou $ 0,85/libra-peso a $ 61,39”, completa.
Os futuros da soja fecharam em alta com o clima adverso na Argentina e foram limitados pelas vendas fracas de exportação dos EUA e a entrada da safra brasileira no mercado. “O Adido Agrícola do USDA estima a produção de soja do Brasil em 153 MMT, estável com a previsão oficial do USDA. Estimam exportações um pouco mais altas e um esmagamento um pouco menor no balanço, levando os estoques finais do Brasil a 3,221 MMT em relação à previsão oficial de 2,855 MMT. A Agroconsult espera que a safra de soja do Brasil totalize 153 MMT, estável com sua estimativa anterior. A Datagro estima 150,81 MMT para a produção de soja", indica.
“Os dados semanais de vendas de exportação do USDA mostraram que 360.669 toneladas de soja foram vendidas durante a semana encerrada em 23/02, o que foi uma baixa do MT. As exportações da semana foram de 881k MT para um total da temporada de 41,6 MMT. O relatório semanal teve 134k MT de vendas de novas safras, o que definiu o livro de novas safras em 1,308 MMT. O ano passado teve 6.752 MMT nos livros para a nova safra a partir da 26ª semana”, conclui.