Clima beneficia lavouras de verão no RS
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Agronegócio

Clima beneficia lavouras de verão no RS

As condições climáticas das últimas semanas foram benéficas para as lavouras de verão, principalmente aquelas que se encontram nas fases de floração e de enchimento de grãos, como o milho e a soja. As lavouras de soja estão com excelente padrão, sendo que 74% estão na fase de enchimento de grãos, 19% em floração e 2% em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o levantamento sobre a situação das culturas e criações, realizado pela Emater/RS, a expectativa é positiva quanto à produção que poderá ser obtida, pois há indicativos de que a produtividade média nas principais zonas produtoras fique acima de 2,2 mil quilos por hectare, representando um aumento de 29,5% em relação ao ano anterior.

A colheita do milho no Estado chega a 31% da área cultivada, igualando-se a média histórica. Outros 27% estão maduros e por colher, 26% em enchimento de grãos, 9% em floração e 7% em desenvolvimento vegetativo. A colheita do arroz avançou pouco em razão das chuvas dos últimos dias. Até o momento, apenas 5% da área foi colhida, sendo que a média histórica para o período é de 10%. Os demais estágios da lavoura são 25% maduro e por colher, 42% em enchimento de grãos, 21% em floração e 7% em desenvolvimento vegetativo. Já a primeira safra de feijão está praticamente toda colhida e em comercialização, apresentando preços com o valor médio de R$ 72,55 pelo saco de 60 quilos de feijão preto.

Hortigranjeiros

As condições climáticas com altas temperaturas, pancadas de chuva de forte intensidade e períodos de céu encoberto, tornando os dias abafados e muito úmidos, prejudicaram de forma geral a realização de práticas culturais e o bom desenvolvimento da maioria dos hortigranjeiros no Estado.

No Vale do Caí, os citricultores estão iniciando os trabalhos para a próxima safra, realizando as roçadas nos pomares que possuem vegetação expontânea alta entre as linhas de árvores. Os produtores também estão em fase de raleio da laranja e da bergamota, prática utilizada para evitar a alternância de produção e melhorar a qualidade das frutas. Nesse processo, as frutinhas verdes retiradas no raleio são vendidas para as indústrias que produzem extratos.

A safra de uva de 2003 está praticamente colhida, faltando apenas alguns vinhedos de variedades tardias e de consumo de mesa. Também ainda se encontram em final de colheita os parreirais cultivados sob cobertura plástica. Para aproveitamento industrial, ainda resta colher alguns parreirais de variedades Moscato e Isabel, posicionados nas áreas mais frias. Este total a ser ainda colhido não deve se distanciar muito de 1% da safra.


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