CNA debate investimentos no agro com associações de previdência complementar

Agronegócio

CNA debate investimentos no agro com associações de previdência complementar

CNA recebeu o presidente da ABRAPP e o diretor presidente da ANABBPrev Fundo de Pensão, Nilton Brunelli de Azevedo, na terça (11)
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O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, recebeu o presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ABRAPP), Luís Ricardo Martins, e o diretor presidente da ANABBPrev Fundo de Pensão, Nilton Brunelli de Azevedo, na terça (11), em Brasília.

Durante o encontro, João Martins apresentou o potencial da agropecuária brasileira e afirmou que a CNA está trabalhando na busca de novas fontes de financiamento para o setor. O objetivo é reduzir a dependência do crédito oficial, responsável por, aproximadamente, 37% do financiamento da atividade no Brasil. “A agropecuária brasileira veio para ficar. Cada dia está ficando mais profissionalizada e com novos horizontes, mas precisamos de investimentos. Hoje, o armazenamento é a nossa grande carência”, disse.

Os representantes das entidades de previdência complementar ficaram impressionados com a importância do agronegócio brasileiro e com o trabalho realizado pela CNA. Segundo o presidente da ABRAPP, os fundos de pensão também têm a função de contribuir para a solução dos problemas macroeconômicos brasileiros e podem ser parceiros do Agro. “Esses fundos são grandes investidores institucionais de longo prazo e podem ajudar o Brasil no financiamento de projetos, em especial de infraestrutura e pesquisa e no desenvolvimento econômico que o Brasil tanto precisa”, afirmou Luís Carlos Martins.

De acordo com o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, a Confederação e as entidades analisarão a possibilidade da criação de um produto específico para o setor ou de alguma opção para os fundos de previdência privada. Antes será feito um detalhamento técnico para discutir a legislação. “Temos um potencial para atingir números muito mais expressivos do que temos hoje e o que eles precisam são investimentos rentáveis e de baixo risco. Mostramos que podemos buscar esse tipo de investimento dentro das várias cadeias produtivas e nos vários segmentos que existem no agronegócio brasileiro”, declarou Lucchi.

O vice-presidente da CNA, José Mario Schreiner, e o diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, também participaram do encontro, além do coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, e da assessora técnica da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA, Fernanda Schwantes.

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