CNA debate tecnologias disponíveis para o setor aquícola
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AQUICULTURA

CNA debate tecnologias disponíveis para o setor aquícola

CNA realizou uma reunião, na segunda (28), para debater tecnologias disponíveis para o setor aquícola
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A Comissão Nacional de Aquicultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou uma reunião, na segunda (28), para debater tecnologias disponíveis para o setor aquícola. O tema foi apresentado pelo chefe-geral da Embrapa Pesca e Aquicultura, Alexandre Aires de Freitas, e pelo chefe de Pesquisa e Desenvolvimento, Eric Routledge, além de outros pesquisadores da unidade.

Para o presidente da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, Eduardo Ono, a articulação entre instituições de pesquisa, entidades e cadeias produtivas é essencial para gerar conhecimento aos produtores e crescimento do setor.

“Temos que trabalhar de uma forma mais proativa, principalmente nas temáticas sanitária e ambiental. Precisamos de planos de contingência, monitoramento, planejamento e ordenamento para evitar prejuízos e avançar”, afirmou.

Durante o encontro, os representantes da Embrapa destacaram as ações do portfólio de aquicultura, as espécies prioritárias e os desafios de inovação. Outro destaque foram os ativos tecnológicos nas áreas de sanidade, genética, sistemas de produção, nutrição e equipamentos.

“A agropecuária brasileira é movida à ciência e a aquicultura está trilhando o mesmo caminho. Precisamos nos fortalecer mutuamente para o benefício do segmento”, disse Alexandre de Freitas.

O projeto BRS Aqua, criado pela Embrapa para gerar e transferir tecnologias que promovam o desenvolvimento da aquicultura brasileira com foco na inovação, incremento da produção, aumento da competitividade e sustentabilidade da cadeia nacional do pescado também foi discutido.

A apresentação demonstrou, ainda, o funcionamento do Sistema de Inteligência Territorial Estratégica (Site). A iniciativa é voltada para a realização de análises espaciais e disponibilização de informações sobre a cadeia produtiva da aquicultura no Brasil.

“Só vamos conseguir monitorar as demandas tendo um diálogo permanente com o setor produtivo. Essa relação com a CNA é muito oportuna e fundamental para retroalimentar os nossos desafios de inovação, articular projetos em diferentes áreas e darmos um feedback dos resultados”, declarou Eric Routledge.

A reunião também contou com a participação da assessora técnica da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, Ana Lígia Lenat.


 

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