Colheita

Colheita de soja do Brasil atingirá recorde de 119,23 mi t

Na comparação com o relatório do mês anterior, houve uma elevação na projeção de quase 2 milhões de toneladas
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A safra brasileira de soja 2017/18 deverá totalizar um recorde de 119,23 milhões de toneladas, com aumento de 4,4 por cento sobre a temporada anterior, previu nesta segunda-feira a consultoria Safras & Mercado em sua revisão mensal.

Na comparação com o relatório do mês anterior, houve uma elevação na projeção de quase 2 milhões de toneladas, o que coloca a safra brasileira, em fase final de colheita, mais perto da do maior produtor global, os Estados Unidos, cuja safra 2017/18 é oficialmente estimada em 119,52 milhões.

Outras consultorias, como a AgRural e a Agroconsult, já haviam elevado a safra do Brasil, maior exportador global, a patamares próximos da colheita norte-americana, em seus últimos números divulgados.

O analista de Safras, Luiz Fernando Roque, afirmou que o aumento na previsão se dá por ajustes finos, principalmente em produtividades no Centro-Oeste, Sudeste e Norte/Nordeste do país.

“Ao longo da colheita ficou confirmado que as condições para o desenvolvimento da safra nesta temporada foram extremamente favoráveis, trazendo grandes produtividades”, disse ele, em nota.

A Safras indicou aumento de 4 por cento na área plantada com soja, que ficou em 35,155 milhões de hectares. O levantamento apontou que a produtividade média deverá passar de 3,395 toneladas para 3,409 toneladas por hectare.

Estados como Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e São Paulo devem novamente registrar recordes produtivos, colhendo uma “safra praticamente perfeita”, disse a consultoria.

Na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), “também surpreendem as produtividades registradas nas lavouras, reflexo de um clima favorável registrado nos últimos meses”.

Segundo a Safras, a exceção nesta temporada fica com o Rio Grande do Sul, que teve problemas devido à falta de chuvas em sua metade sul. Apesar dos problemas, as boas condições da principal região produtora do Estado (noroeste) impediram uma quebra produtiva relevante.

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