Colheita em Mato Grosso está perto do fim
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Agronegócio

Colheita em Mato Grosso está perto do fim

Este ano foram plantados 2,5 milhões de hectares no Estado
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Este ano foram plantados 2,5 milhões de hectares no Estado

Colheita do milho 2ª safra em Mato Grosso atinge 80,1% da área plantada. Boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, (Imea) mostra que o percentual está um pouco mais baixo do registrado no mesmo período do ano passado (85%), porém a área teve uma evolução de 43%, passando de 1,752 milhão de hectares na safra 2010/2011 para 2,504 milhões (ha) na atual.


“A diferença é mínima, a área de plantio é maior então devido a isso está ocorrendo um atraso mas está tudo indo conforme esperado, sem maiores complicações”, assegura Ricardo Tomczyk, vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).


A produtividade do milho supera as expectativas anteriores de acordo com o levantamento de julho, média registrada pelos produtores é de 100 sacas por hectare, porém o milho de qualidade inferior será colhido agora. Responsável por 55,1% da produção do cereal em Mato Grosso, a região Médio-Norte está mais adiantada que as demais, com 89,7% da colheita finalizada. Estima-se que na próxima semana, praticamente toda a área dessa região esteja colhida.


Forte seca nos Estados Unidos chama atenção para o cereal. Mesmo com os valores subindo, a ameaça de baixa produção pode fazer com que países produtores procurem o Brasil para suprir a demanda.
Em algumas cidades, o preço disponível variou pouco, como em Nova Mutum que teve aumento de 2,1% e fechou a semana valendo R$ 24,20/sc. Com a colheita chegando ao fim a procura pelo produto pode fazer com que os preços continuem subindo.

Dois países registram a maior participação nas importações de milho. Por enquanto, o maior importador de 2012 é o Irã, registrando 118,9 mil (t) o que representa 17,93% do total, seguido pela Arábia Saudita, que liderou a compra de milho na última safra. Este ano representa 8,94%. Espera-se um grande volume de exportação para julho, pois a colheita em alguns municípios do Estado está chegando ao fim. Do volume negociado antes do começo da colheita, 56% possuem contrato para exportação, o que totaliza 7,95 milhões de toneladas.

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