Com recorde mundial de entrega, açúcar fecha em alta nas bolsas internacionais
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Imagem: Pixabay
MERCADO

Com recorde mundial de entrega, açúcar fecha em alta nas bolsas internacionais

O açúcar fechou em alta nesta quarta-feira (30) nas bolsas internacionais
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O açúcar fechou em alta nesta quarta-feira (30) nas bolsas internacionais, em um dia que ficará para a história como a maior entrega física de toda a série da ICE de Nova York. Ao todo foram entregues 2,62 milhões de toneladas da commodity, que atingiu 51.599 lotes, superando todas as demais commodities negociadas na bolsa.

Segundo a Reuters, "operadores divergiram na avaliação da entrega -- se o volume é baixista ou altista para o mercado. Como sempre, o grande volume sinaliza ampla oferta, mas o interesse das tradings em receber o adoçante também indica que há destinos para o produto".

Ainda segundo a Reuters, baseado em comunicado do Rabobank, "na nossa visão, as entregas têm sido ativas neste ano por causa da queda na produção da Tailândia, o que significa que as tradings que estavam acostumadas a comprar açúcar tailandês precisam procurar pela oferta em outro lugar".

O vencimento outubro/20 da ICE, que expirou ontem, fechou cotado em 13.07 centavos de dólar por libra/peso, alta de 8 pontos no comparativo com a véspera. Já a tela para março/21 fechou cotada em 13.51 cts/lb, valorização de 9 pontos. As demais telas subiram entre 3 e 7 pontos.

Em Londres o vencimento dezembro/20 foi comercializado em US$ 375,30 a tonelada, valorização de 3,40 dólares no comparativo com a véspera. Já a tela para março/21 foi vendida pelo mesmo preço, com alta de 3,60 dólares comparando com os preços de terça-feira. Os demais lotes subiram entre 2,20 e 3,10 dólares.

Mercado doméstico

O mercado interno fechou esta quarta-feira com a saca de 50 quilos do tipo cristal negociada em R$ 88,52, pelo indicador Cepea/Esalq, da USP, valorização de 0,39% no comparativo com a véspera. No mês o indicador subiu 3,98%.

Etanol diário

O etanol hidratado fechou o mês de outubro em baixa no indicador Esalq/BM&F Bovespa, Posto Paulínia, negociado em R$ 1.919,50 o m³, contra R$ 1.922,00 o m³ da véspera, desvalorização de 0,13% no comparativo entre os dias. No entanto, no mês, o indicador apresentou alta de 1,72%.


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