Ultimamente, a resposta para a situação do mercado da soja da Região Sul é sempre a mesma: tudo segue igual. O estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, segue sem expressão e com mínimas variações de preços. “Mercado viveu um dia impulsionado pela taxa de câmbio, mas manteve o mesmo ritmo da semana”, comenta.
“Compradores com demandas agora, somente para o outubro, logística de setembro para porto, tomada. No porto o melhor preço do dia foi de R$ 156,00 para 18 de outubro marcando alta de R$ 2,00/saca. No interior, em Cruz Alta o preço foi a R$ 148,00 após alta de R$ 3,00/saca. Em Ijuí o valor foi a R$ 147,50, após alta de R$ 2,50/saca. Em Santa Rosa, assim como em São Luiz o preço segue a R$ 146,50 após alta de R$ 2,50/saca”, completa.
Dia de altas consideráveis em Santa Catarina, mas os negócios seguem parados. “Preços marcam boa alta em mais um dia sem expressão no Estado de Santa Catarina, o produtor segue sem nenhuma pressa de movimentar seus estoques agora com demanda apenas para outubro, apesar disso, sabe-se que alguns volumes andaram, mas foram mais quantias de manutenção, abaixo de 5.000 toneladas. No porto de São Francisco do Sul, o preço ficou a R$ 146,00 marcando alta de R$ 3,00/saca”, indica.
No Paraná, os negócios não se movem, mesmo com altas de até R$ 3,00/saca no porto. “Negócios seguem na apatia costumeira, com preços marcando boas altas de ajuste em mais um dia desinteressante para o produtor. O produtor segue sem tomar uma decisão que reflita no mercado, não há expressão nenhuma em direção a soja, que não esta mais incomodando os armazéns”, conclui.