No estado do Rio Grande do Sul, a semana começa com lentidão nos negócios, enquanto os compradores não mudam indicações, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Na busca pelos lotes que, diga-se lá, andam ‘sumidos’ no mercado gaúcho, compradores buscaram intensamente aos corretores no dia de hoje. Não pareceu suficiente, no entanto, para despertar o interesse de vendedores, e não ouvimos relatos de negócios”, comenta.
“Desta forma, o mercado permaneceu parado, e a semana iniciou com as indicações estáveis, motivadas principalmente pela isenção de ICMS oferecida pelo governo, além das notícias relacionadas aos navios que chegam neste momento em Paranaguá. Em Marau, indicações de R$ 87,00 a saca, com entrega junho, e em Passo Fundo, a R$ 91,00 por saca. Em Santa Rosa, Ijuí e Santo Ângelo, indicações a R$ 93,00 no CIF”, completa.
Em Santa Catarina, os compradores insistem em manter indicações, enquanto oeste conta com negócios a R$ 95,50 a saca. “Em sua maior parte, os lotes de venda encontravam-se entre R$ 97,00 em uma ideia no diferido, e R$ 96,00 até R$ 98,00 no tributado. No oeste, ao menos 1.000 toneladas foram negociadas com entrega junho, a R$ 95,50 mais impostos. No FOB Canoinhas, um pequeno lote – cerca de 300 tons – teriam sido vendidas a R$ 90,00. Em Rio do Sul, rumores de que até 3.000 toneladas teriam sido vendidas no mercado disponível a R$ 97,00, no diferido. Ademais, mercado parado”, indica.
Segundo relatos de nossos correspondentes do Paraná, compradores e vendedores estiveram mais ‘quietos’ no dia de hoje, em um início de semana onde todos aguardam por novas notícias. “Sabe-se que na semana passada, o milho foi vendido a uma média de R$ 95,30 pelo estado, o que representou ao menos R$ 3,00 por saca nas regiões, se comparado ao início do mês. No sudoeste, indicações de venda a R$ 95,00 no sudoeste em uma entrega imediata, e R$ 94,00 no vencimento junho; contra-indicações a R$ 92,00 a saca”, conclui.