Como os cafeicultores de Minas agregam valor ao produto
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Imagem: Pixabay
AGRICULTORES

Como os cafeicultores de Minas agregam valor ao produto

As capacitações do Senar já ajudaram milhares de produtores
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As capacitações do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) já ajudaram milhares de produtores e trabalhadores do campo a administrarem melhor os seus negócios e a mudarem de vida. Com o casal de produtores de café de Minas Gerais, Paula e Pedro Dias, não foi diferente. A cafeicultura na Estância Sítio Capinzal, em Santa Rita do Sapucaí, começou com o pai de Pedro. Hoje, ele toma conta do negócio junto com a esposa Paula.

Mas para melhorar o trabalho no campo, eles precisaram de ajuda. Com as capacitações do Senar, foi possível aprimorar o manejo da lavoura, a aplicação de insumos, o controle de pragas e as técnicas de torra e beneficiamento do grão.

“Quando eu comecei a colocar o café no mercado, percebi que as pessoas perguntavam sobre torra e moagem e eu não conhecia muito esses detalhes, então falei para o Pedro que a gente precisava entender um pouco mais e buscar capacitação. E aí foi um curso atrás do outro”, disse Paula.

Em 2014, surgiu a marca autoral de cafés especiais, Grandpa Joel’s Coffee, comercializados em grãos crus, torrados, moídos e em cápsulas, onde todo o processo de fabricação é realizado de maneira artesanal. E com a própria marca, veio a cafeteria, oferecendo uma grande variedade de cafés.

“É uma operação da semente à xícara. O pós-colheita é onde a gente se dedica ao máximo, porque no pé todo café é especial, bonito e delicioso. Então a gente trabalha muito o pós-colheita, como a parte de terreiro suspenso, as técnicas internacionais de seca e as fermentações de café”, explicou Pedro Dias.

O acompanhamento da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar Minas também foi decisiva para a marca dos cafeicultores. Para Pedro, o atendimento foi fundamental para a gestão do negócio. 

“A ATeG nos ensinou toda a parte técnica e de sanidade da lavoura, o que melhorou muito a produtividade da fazenda e a qualidade dos cafés. A gente passou de um café comum para especial”.

O trabalho, que começou com os cursos e incorporou a Assistência Técnica e Gerencial, também mostrou que além do café líquido, era possível ampliar a oferta de produtos, como doces, cerveja, licor e geleias.

“Existe o Grandpa Joel’s Coffee antes e depois. Quando o Senar Minas entrou na nossa vida, ele abriu um leque de opções, porque a gente percebeu que podia agregar valor ao nosso produto e não vender apenas o café, mas produtos feitos com café ou que harmonizam”, destacou a produtora Paula.

Para o cafeicultor Pedro, o suporte do Senar foi fundamental para a consolidação do negócio e a permanência na propriedade. “Eu não conseguiria ser um cara da cidade gerindo uma fazenda se não fosse o Senar. Ele me ensinou a ser um homem do campo”.

Assista a reportagem completa no programa Nosso Agro.


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