A soja registrou alta na Bolsa de Chicago, motivada por compras de oportunidade, nesta segunda-feira, segundo informações da TF Agroeconômica. “O contrato de soja para março24, a próxima data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,80%, ou $ 9,50 cents/bushel a $ 1193,00”, comenta.
“A cotação de maio24, referência para a safra brasileira, fechou em alta de 0,65 % ou $ 7,75 cents/bushel a $ 1197,75. O contrato de farelo de soja para março fechou em alta de 0,61%ou$2,1ton curta a $ 348,9 e o contrato de óleo de soja para março fechou em baixa de -0,76 % ou $ -0,36/libra-pesoa$ 46,90”, completa.
Com China e Brasil fora do mercado internacional nos próximos dias, os Fundos de Investimentos recompram posições em aberto,aproveitando os baixos preços das cotações americanas. “No entanto, mesmo com essa recuperação, os preços estão muito próximos das mínimas de 3 anos. As inspeções dos embarques para exportação, da soja americana, ficaram abaixo no comparativo semanal, mas muito próximo do máximo esperado pelo mercado”, indica.
“Após um ano e meio de duração e sucessivos recordes de temperatura batidos, o El Niño deve se despedir no segundo semestre e dar lugar ao LaNiña ainda neste ano. De acordo com a Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), a versão mais fria do fenômeno climático deve passar a vigorar entre julho e setembro, conforme documento da entidade, elaborado com base em uma série de modelos estatístico-climáticos. O La Niña é um fenômeno climático oposto, caracterizado pelo esfriamento das águas superficiais do Pacífico e pela consequente queda nas temperaturas globais”, conclui.