Mercado

Confira a variação dos preços dos principais produtos agrícolas

Terça-feira é dia do quadro 'Mercado e Cotações", com o professor Argemiro Brum, diretamente do RS
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Terça-feira é dia do quadro “Mercado e Cotações”, diretamente da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijui), do Noroeste gaúcho, com o professor Argemiro Brum. Na entrevista, ele explica a variação dos preços do arroz, feijão, milho, soja e carnes, para esta semana.

Segundo o professor, o mercado do arroz perdeu força no final de novembro. Com o preço de referência a R$ 38 por saco (50 kg), já negociado para mês de janeiro. No mercado livre gaúcho está R$ 37,5. O ano comercial do arroz começa no dia 1° de março com o estoque de 1 milhão e 600 mil toneladas, quatro vezes a mais do que no início de 2017. 

Já o mercado do feijão, a safra do carioca em São Paulo tem 95% da área acolhida, 85 já foram negociados. A média está de R$ 100 a R$ 110 o saco (60 kg). Minas Gerais e Goiás tiveram redução de oferta mas não modificou o preço, girando em torno de R$ 80 e 90. A orientação aos produtores é que vendam na medida que apareça compradores com ofertas razoáveis. A tendência é de maior oferta. O feijão preto, apesar da queda, terá aumento de 1 milhão e 200 mil toneladas nessa atual safra, 26,3% a mais em relação à safra anterior.

A soja, em Chicago, está US$ 10 por bucho, explica Argemiro. De acordo com ele, o preço é muito bom em termos médios. No geral, as notícias são baixistas, mas mesmo assim mantém-se nessa média. 

Referente ao mercado do milho, não tem previsão de alta. A média está entre R$ 16,5 a R$ 35. A safra de verão avança normalmente. O que preocupa um pouco é a exportação, pois esta não está deslanchando normalmente.

Tratando-se do mercado da carne, o professor explica que o boi gordo pemanece firme e encerra a semana com a cotação do arroba em alta. Subiu 7,8% em Goiânia e 7,2% no Sul do Estado de Goiás. A média é de R$ 9,52 o kg. O suíno está com os preços mais estáveis com um pequeno viés de alta. Há expectativa que nesse mês tenha alta no ritmo dos negócios, com aumento de 2,9% no preço para exportação. O acumulado total apresenta um aumento de 8,9%. Já o frango teve uma recuperação, não tão significativa, pois teve uma desvalorização de 13% sobre novembro do ano passado.

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