O mercado de milho do Rio Grande do Sul tem apenas negócios pequenos a R$ 89,00, de acordo com informações que foram divulgadas esta manhã pela TF Agroeconômica. “O comitê gestor do programa Pró-Milho esteve reunido no início desta semana para discutir sobre formas de incentivar o plantio do milho no Rio Grande do Sul. Para o comitê, a falta de irrigação ainda é fator limitante para aumento da área, é previsto que com a tecnologia a produtividade pode dobrar na lavoura”, comenta.
Na volta do feriado em Santa Catarina, bons volumes são comprados com origem do Mato Grosso do Sul. “Talvez sejam as animosidades da Bolsa de Chicago, talvez seja a falta de caixa, que mais cedo ou mais tarde, ia aparecer na conta do produtor. Fato é que hoje vendedores mostraram-se um pouco mais dispostos, em que bons volumes de compra, com destino à Santa Catarina, foram feitos na origem Mato Grosso Do Sul”, completa a consultoria.
Já o Paraná registrou negócios no oeste a R$ 91,00 CIF indústrias, no norte, ao menos 2 mil toneladas negociadas a R$ 91,50. “Foi o caso de 300 toneladas no sudoeste, onde ao menos 500 toneladas saíram a R$ 88,00 com pagamento curtíssimo. Em outro negócio, 700 toneladas foram realizadas com pagamento em 10 dias a R$ 89,00 próximo a Londrina. Bons volumes também foram vistos no oeste, onde indústrias tomaram lotes a R$ 91,00, onde correspondentes estimaram pelo menos 6 mil toneladas em negócios. No norte, por sua vez, os preços em pagamentos a 40 dias foram de R$ 91,50”, indica.
Com preços recuando R$ 1,00/saca, saíram alguns negócios do Mato Grosso do Sul para SC. “Para aqueles que já se encontram no mercado de comercialização há alguns carnavais, podem entender o que aqui se fala: não se “reinventa a roda” em termos de commodities, isto é, não há um preço ou situação inexplorável para apenas um ou mais players. Essa configuração, no entanto, pode, em sua pontualidade, se mostrar um pouco diferente”, conclui.