Os compradores do Rio Grande do Sul pareceram mais retraídos para as compras nesta sexta-feira, mantendo indicações nos mesmos patamares, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Em Marau, negócios foram vistos a R$ 101,00 no diferido; e em Passo Fundo, sabe-se que 600 toneladas foram negociadas a R$ 99,00 com pagamento em 15 dias. Ijuí permanece indicando R$ 100,00 para imediato. Indicação para lotes em Itapejara a R$ 98,00 no CIF diferido”, comenta.
Em Santa Catarina a procura aumenta, mas pedidas de preço impedem compradores. “Os compradores de Santa Catarina pareceram um pouco mais animados no dia de hoje – mas só um pouco. Nossos correspondentes relataram uma procura maior por parte destes, que já pela manhã procuraram negócios, mas nem sempre indicando preços condizentes com as pedidas”, completa a consultoria.
Tradings com pouca intenção de tomar lotes foram vistas no Paraná e, no mercado físico, negócios a até R$ 105,00/sc. “Embora não se possam confirmar com dados – como diria um ditado do mercado, “comprador bom é comprador que faz negócio quieto” - é consenso entre nossos correspondentes: sabidamente, os últimos dias foram movimentação no Paraná, onde pelo menos as maiores indústrias, tomando partido da situação que se estabeleceu, tentaram garantir as primeiras semanas do mês e pagaram até R$ 105,00 por saca em determinadas regiões – e pontualmente, até mais”, indica.
Além disso, foi visto ritmo lento nas negociações no Mato Grosso do Sul, com lotes pontuais em Maracaju e Ponta Porã. “Em lotes pontuais, de cerca de 500 a 800 toneladas, ouviram-se negócios em Maracaju, a R$ 90,00, e Ponta Porã, a R$ 91,00. No geral, mantiveram-se as indicações em patamares já vistos de cerealistas e tradings, que não veem espaço para aumentar os números: Dourados e Campo Grande a R$ 92,00; R$ 91,00 a saca em Maracaju; e R$ 90,00 para Sidrolândia e Chapadão”, conclui.