Contratos futuros do açúcar fecham mistos nas bolsas internacionais; Etanol sobe 2,50%
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Imagem: Eliza Maliszewski
AGRONEGÓCIO

Contratos futuros do açúcar fecham mistos nas bolsas internacionais; Etanol sobe 2,50%

No mercado interno a quarta-feira foi de baixa
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Os contratos futuros do açúcar fecharam mistos quarta-feira (6) nas bolsas internacionais. Em Nova York, na ICE Futures, os quatro primeiros lotes fecharam no vermelho, os demais se valorizaram. Segundo analistas ouvidos pela Reuters, a recente alta dos últimos dias foi alimentada em parte pela força do real brasileiro, "mas a moeda perdeu algum terreno frente ao dólar depois de atingir uma máxima de 25 meses no início desta semana", disseram.

O contrato maio/22 do açúcar branco de NY foi comercializado ontem a 19,59 centavos de dólar por libra-peso, queda de 6 pontos, ou 0,3%, no comparativo com os preços da véspera. Já a tela julho/22 caiu, também, 6 pontos, com negócios em 19,44 cts/lb. Os demais vencimentos oscilaram entre queda de 5 pontos e alta de 10 pontos.

Ainda segundo a Reuters, a consultoria Datagro estimou que as usinas brasileiras de açúcar tenham feito hedge para cerca de 60% do açúcar exportável até agora, contra 75% no mesmo período do ano passado. "Mais fixações dependerão dos preços e das vendas do etanol", disse.

Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco também fechou misto na sessão de ontem. O lote maio/22 subiu 1 dólar, negociado a US$ 545,60 a tonelada. As telas: agosto, outubro e dezembro/22 fecharam em baixa de 1 dólar, 90 e 80 cents, respectivamente. Os demais lotes oscilaram entre queda de 1 dólar e alta de 30 cents de dólar.

Mercado doméstico

No mercado interno a quarta-feira foi de baixa pelo segundo dia consecutivo nas cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 142,41 contra R$ 143,23 da véspera, variação negativa de 0,57% no comparativo.

Etanol hidratado

Pelo terceiro dia consecutivo as cotações do etanol hidratado medido pelo Indicador Diário Paulínia fecharam em alta. O biocombustível foi negociado ontem a R$ 3.611,50 o m³, contra R$ 3.523,50 o m³ praticado na véspera, valorização de 2,50% no comparativo entre os dias. No mês o Indicador acumula valorização de 3,78%.


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