Cooperativa de SC leva qualidade ao campo

Agronegócio

Cooperativa de SC leva qualidade ao campo

O Programa de Desenvolvimento dos Produtores Rurais vai beneficiar 2.376 agricultores do Oeste Catarinense
Por: -Darci Debona
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Aumentar a produção de leite em 10%, reduzir o êxodo rural para 2% e aumentar em 10% o número de propriedades que utilizam novas tecnologias. Estas são algumas da metas do Programa de Desenvolvimento dos Produtores Rurais de Santa Catarina, que vai beneficiar 2.376 agricultores do Oeste Catarinense.

Eles vão receber 54 horas de treinamento e 11 horas de consultoria, dentro dos programas De Olho na Qualidade Rural e Qualidade Total Rural. O convênio de R$ 1,1 milhão foi assinado ontem (17-01) entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O coordenador Enio Parmeggiani, disse que os programas orientam os produtores na melhoria da gestão.

O primeiro passo é descartar o que não está sendo utilizado. Depois, os produtores organizam suas ferramentas, melhoram o aspecto da propriedade e passam a adotar práticas que reduzem os custos e melhoram a produtividade.

Parmeggiani disse que, no setor lácteo, as propriedades conseguiram reduzir em 20% os custos e melhorar a produtividade em 20%, apenas adotando medidas como manejo racional da pastagem. Além disso, a melhoria do aspecto da propriedade melhora a auto-estima das famílias. Outro foco do projeto é implantar a rastreabilidade dos produtos.

O vice-presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster, disse que na Europa as embalagens de produtos alimentícios nos supermercados têm a foto dos produtores. A intenção é implantar um sistema que permita acompanhar o produto desde a saída da propriedade até o consumidor final. O presidente da Federação da Agricultura de SC (Faesc) e do Conselho de Administração do Senar, José Zeferino Pedrozo, disse que a rastreabilidade já existe no frango e, agora, será implantada no suíno e no leite. Ele afirmou que a medida é uma exigência de mercados de maior poder aquisitivo, como Europa e Japão.

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