O pedido de recuperação judicial do Grupo Fictor evidencia um fenômeno cada vez mais presente em grandes reestruturações empresariais no país: companhias com atividade operacional preservada, mas incapazes de resistir a um colapso abrupto de liquidez provocado pela perda de confiança e pela corrida simultânea de credores. A ruptura, nesse contexto, não decorre da inviabilidade do negócio, mas da velocidade com que o caixa se esgota diante de pressões concentradas.
Crise de liquidez leva grupo à recuperação judicial
A crise ganhou intensidade a partir de novembro de 2025
Por Leonardo Gottems
06/02/2026 02h30 · Fonte: Agrolink

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