DDG & WDG - Relatório Quinzenal Scot Consultoria
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Imagem: Eliza Maliszewski
AGRICULTURA

DDG & WDG - Relatório Quinzenal Scot Consultoria

As cotações relativamente frouxas do milho e da soja grão ao longo da primeira quinzena de dezembro
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Confira o Relatório de DDG e WDG da Scot Consultoria referente a primeira quinzena de dezembro e fique por dentro das atualizações sobre o mercado dos coprodutos das usinas de etanol de milho e outros concentrados.

As cotações relativamente frouxas do milho e da soja grão ao longo da primeira quinzena de dezembro, e a queda das cotações no mercado do boi gordo, esfriaram os negócios no mercado de DDG e WDG na primeira quinzena de dezembro. Apesar disso, a oferta restrita de DDG e WDG deu sustentação às cotações.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, a cotação média do DDG subiu 0,9% frente ao fechamento de novembro e ficou cotado entre R$1.260,61 e R$1.813,33 por tonelada, sem o frete, considerando os preços convertidos para 32% de proteína bruta. Para o coproduto úmido, o WDG, os preços variaram de R$350,00 até R$434,29 por tonelada, nas mesmas condições.

Os preços apresentados para o DDG e WDG são médias de Mato Grosso e Goiás e referemse às cotações para contratos com entrega a partir de 2021.

ETANOL DE MILHO

A produção brasileira de etanol até novembro totalizou 28,91 bilhões de litros. Deste total, a produção de etanol hidratado foi de 19,51 bilhões de litros e do anidro foi de 9,41 bilhões de litros (Unica1).

A produção de etanol de milho somou 1,64 bilhão de litros, com incremento de 84,8% frente ao apurado no mesmo período de 2019.

A projeção é que sejam produzidos 3 bilhões de litros de etanol de milho na temporada 2020/2021, uma alta de 80,3% frente ao ciclo anterior (1,68 bilhão). A região Centro-Oeste representa 96% da produção a partir do cereal (Conab³).

Ainda segundo a Conab, o setor de etanol de milho não sofreu com as disputas internacionais do petróleo e pelo isolamento social relacionado à pandemia, que diminuiu drasticamente o consumo de etanol, graças aos coprodutos, DDG e WDG, cuja demanda se manteve aquecida ao longo do ano.

COMERCIALIZAÇÃO

O volume de etanol comercializado na segunda quinzena de novembro foi de 1,40 bilhão de litros. Deste total, 102,43 milhões de litros foram destinados ao mercado externo, e 1,29 bilhão ao mercado interno (Unica¹).

De abril a novembro, o Brasil importou 302,24 milhões de litros de etanol. Desse total, 211,48 milhões de litros, foram importados dos Estados Unidos, e do Paraguai, com 90,40 milhões de litros e outros (Secex²).

A exportação foi de 2,13 bilhão de litros, incremento de 13,2% frente ao mesmo intervalo de 2019. Os principais destinos foram: Estados Unidos (40,1%), Coréia do Sul (33,4%) e países baixos (Holanda) com 9,3% (Secex²).

COMMODITIES

MILHO

O dólar mais fraco puxou para baixo as cotações do milho e de outras commodities agrícolas. Considerando a praça de Campinas-SP, como referência, a cotação da saca de 60 quilos caiu 3,1% na primeira quinzena de dezembro e ficou em R$75,00 (14/12).

FARELO DE SOJA

A cotação da soja em grão, pelo mesmo motivo, também caiu. Em Mato Grosso, a cotação média caiu 4,7% na primeira quinzena de dezembro frente a última quinzena de novembro, e ficou cotada em média, em R$2.604,80 por tonelada, sem o frete. 

 

Leia agora o relatório completo.


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