Delegação da Ucrânia discute legislação sobre transgênicos na CNA

Agronegócio

Delegação da Ucrânia discute legislação sobre transgênicos na CNA

A iniciativa faz parte da agenda que o grupo terá com representantes do governo brasileiro e entidades do setor produtivo
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A iniciativa faz parte da agenda que o grupo terá com representantes do governo brasileiro e entidades do setor produtivo

Uma comitiva de empresários e representantes do governo da Ucrânia esteve na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília, nesta segunda (7), para discutir questões referentes ao uso dos chamados Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) na atividade agropecuária.

A iniciativa faz parte da agenda que o grupo terá com representantes do governo brasileiro e entidades do setor produtivo para conhecer mais sobre os transgênicos, utilizados em culturas como soja, milho e algodão por serem mais resistentes a ações de pragas nas lavouras.

“Eles não têm uma legislação específica para regulamentar os OGMs e por isso vieram conhecer nosso modelo regulatório, referência no mundo, além de saber qual é a visão do produtor rural sobre o assunto e esclarecer dúvidas”, afirmou a superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra, que recebeu a delegação.

Para saber mais detalhes sobre a legislação brasileira de OGMs, os representantes do país europeu, liderados pelo diretor executivo do Clube do Agronegócio da Ucrânia, Oleksandr Zhemoyda, assistiram a uma palestra do consultor de Tecnologia da CNA, Reginaldo Minaré.

O consultor detalhou os principais pontos da legislação brasileira de transgênicos, a estrutura e o funcionamento dos órgãos e colegiados reguladores desta matéria e respondeu várias perguntas sobre as vantagens do uso destes organismos nas lavouras.

“O agricultor analisa principalmente sua planilha de custos para ver se o pagamento por royalties de transgênicos gera custo igual ou menor do que o plantio convencional”, afirmou Minaré.

A comitiva do país europeu terá encontros na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), na Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), na Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) e visita a propriedades rurais próximas a Brasília.  


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