Desossa mecânica de frangos pode ser lucrativa

AVES

Desossa mecânica de frangos pode ser lucrativa

Sistemas otimizam tempo e economizam mão de obra
Por: -Leonardo Gottems
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A desossa mecânica da carne de frango pode ser lucrativa, ao ponto em que economiza muitos gastos com tempo e mão de obra. De acordo com Casey M. Owens, Ph.D, professora de Ciência Avícola da Universidade do Arkansas, dos Estados Unidos, em um artigo publicado pela CarneTec Brasil, se tinha um receio muito grande sobre a adoção desse tipo de tecnologia, devido ao alto custo das máquinas. 

“Historicamente, carne de peito de frango tem sido desossada das carcaças manualmente por uma série de motivos. A desossa manual é eficaz na produção de um alto rendimento de carne de peito de frango. Requer muito pouca tecnologia e, consequentemente, tem um baixo custo, além de ser eficiente com o uso de trabalho adequado”, escreveu. 

No entanto, inovações estabelecidas nos sistemas de automação fizeram com que a tecnologia seja tão precisa como a mão de obra manual. “Os sistemas completamente automatizados conseguem remover o filé e pedaços macios da metade frontal, enquanto que os sistemas semiautomáticos normalmente requerem a remoção do filé de peito após iniciados os cortes mecânicos”, indica. 

“Os sistemas modernos também são muito melhores no ajuste dos cortes com base em tamanhos dos pedaços/metades frontais. Eles podem utilizar tecnologia, como análise de imagem, para medir as dimensões do pedaço do peito/metade frontal e realizar ajustes adequados automaticamente de forma individual”, completa.

Para finalizar, ela afirma que os tamanhos das aves variam muito e a indústria deve sempre se adequar aos novos modelos de negócio. “Enquanto que as plantas são capazes de separar as carcaças com base no tamanho antes da chegada para a desossa, ainda haverá um pouco de variação na linha de desossa. Dispor de capacidade para ajustar pedaço por pedaço é uma melhoria em relação às primeiras desossadoras e propicia mais consistência em rendimento e qualidade de produto”, conclui. 


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