Diretor da NAAA contesta uso de aviões não tripulados em pulverizações
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Agronegócio

Diretor da NAAA contesta uso de aviões não tripulados em pulverizações

O diretor executivo da Associação Nacional de Aviação Agrícola dos Estados Unidos (NAAA, na sigla em inglês), Andrew Moore, publicou no dia 16 de abril um artigo sobre o uso de aeronaves não tripuladas na aplicação de defensivos. No texto, intitulado O futuro das aeronaves não tripuladas, Moore explica que os aplicadores aeroagrícolas norte-americanos vêem com preocupação uma possível liberação desse tipo de equipamento. Isso devido ao quesito segurança.


O texto, publicado no portal AG Professional (veja aqui),é uma resposta a um artigo publicado em março, no jornal norte-americano The Register Guard. Na época, o executivo e piloto Collins Hemingway - que atua na indústria de veículos aereos não tripulados (VANTs), ressaltou as vantagens desses equipamentos sobre os aviões agrícolas. Reportagem que chegou a ser repercutida no portal Sindag (veja aqui).

“Se nós (pilotos agrícolas) tivermos que usar o mesmo espaço aéreo que as aeronaves não tripulados, precisamos ter certeza de que elas estejam bem assinaladas, ou iluminadas com luzes estroboscópicas. De preferência, gostaríamos de saber (antecipadamente) onde elas estão”, pondera o diretor.


Moore sugere ainda que seja necessário um banco de dados as coordenadas dos aviões não tripulados. E que eles usem altitudes diferentes das dos aviões agrícolas, para não dividirem o mesmo espaço aéreo. O representante da NAAA relata informações de que no Japão os aviões não tripulados já são usados para pulverizar lavouras pequenas, de até cinco hectares.Neste caso com aparelhos de até 40 litros de capacidade no Hopper. Bem diferente da realidade de operações dos aviões agrícolas, tanto nos EUA como no Brasil.

Para Moore, apesar da preocupação inicial, ao menos inicialmente os VANTs devem ficar mesmo com as tarefas de vigilância e observação das lavouras e criações. “É possível que algum dia veremos estes aparelhos em aplicações aéreas nos Estados Unidos, mais ainda deve levar muitos anos para isso."

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