As cotações do milho fecharam em queda na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com recuo do dólar, de acordo com a TF Agroeconômica. “Com o recuo de 0,61% do dólar, além da queda de 0,26% em Chicago e prêmios inalterados, que são os três pilares da exportação, as cotações recuaram, nesta quinta-feira, no mercado futuro de São Paulo, acompanhando os preços do mercado físico”, comenta.
“Com isto, as cotações futuras fecharam em alta no dia e queda na semana: o vencimento setembro/22 fechou a R$ 84,27, queda R$ 0,39 no dia e de R$ 0,44 na semana (últimos 5 pregões); já novembro/22 fechou a R$ 88,83, queda de R$ 0,23 no dia e alta de R$ 0,10 na semana e janeiro/23 fechou a R$ 92,97, queda de R$ 0,16 no dia e de R$ 0,13 na semana”, completa.
A cotação do milho para setembro, mês base, fechou em nova queda de 0,26% ou $ 1,75 cents/bushel a $ 675,0. A cotação para março 2023, início da nossa safra de verão, fechou em queda de 0,30% ou $ 2,0 cents ou a $ 673,75.
“Ligeiros ajustes, após as altas recentes e afetados principalmente pelas quedas do trigo. Além disso, há temores de menor demanda mundial diante de aumentos de taxas nas principais economias. O desenvolvimento da safra norte-americana é acompanhado de perto. Para o USDA mensal (segunda-feira 12/09), as operadoras começam a descontar ajustes nas estimativas de produção e estoques finais. Antes do relatório WASDE programado para segunda-feira, as estimativas mostram que os analistas esperam que o USDA reduza o rendimento do milho em uma média de 3 bpa para 172,4 (11.594,08 kg/hectare)”, conclui.