Eficientes, sementes de milho transgênico ganham novas áreas no ES

Agronegócio

Eficientes, sementes de milho transgênico ganham novas áreas no ES

Cultivares modificadas geneticamente ocupam mais da metade da área plantada no Brasil, diz consultoria
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O total da área plantada com cultivos geneticamente modificados neste ano chega a 37,1 milhões de hectares, o que representa um aumento de 14% em relação ao ano anterior (que já tinha registrado um aumento de mais de 21% em relação à safra de 2010/2011), de acordo com estimativa da consultoria Céleres, especializada em agronegócio, divulgada recentemente. O número pode representar 54,8% de toda a área cultivada na safra 2012/2013 no país, ao cruzar os dados com o IBGE que prevê, para 2013, uma área recorde dedicada à atividade agrícola no Brasil de 67,7 milhões de hectares.

No Estado do Espírito Santo, o cultivo do milho transgênico teve início no município de Brejetuba, em 2008, com o plantio do híbrido DKB 390 YG. O cultivar tem como principal característica a resistência às lagartas, principalmente a lagarta do cartucho que compromete a produtividade das lavouras de milho causando grande prejuízo aos agricultores. “De lá pra cá, houve um avanço na adesão às sementes geneticamente modificadas pelos produtores capixabas. No campo, os resultados estão sendo comprovados com o eficiente controle das pragas e no aumento da produtividade. Estamos observando, a cada ano, a evolução de áreas plantadas”, destaca Valter Roberto Teixeira, coordenador da área de sementes da Defagro Defensivos Agrícolas, empresa que orientou o primeiro plantio e comercializa a marca mundial Dekalb no Estado.

De acordo com Teixeira, o milho transgênico já está na terceira geração e traz vários benefícios para a agricultura, como a economia de até quatro aplicações de defensivos para controlar as lagartas, economia de água, óleo diesel e mão de obra. “A difusão de novas tecnologias que agregam valor para o produtor rural é trabalho da Defagro e seus parceiros para desenvolver a agricultura capixaba”, afirma o coordenador.


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