Eleição da Famato pode ter novo “cabo de guerra” entre Galvan e Corral

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Eleição da Famato pode ter novo “cabo de guerra” entre Galvan e Corral

A disputa entre as duas chapas promete ser acirrada e assim como foi em 2013
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A disputa entre as duas chapas promete ser acirrada e assim como foi em 2013

Duas chapas formalizaram candidatura para as eleições da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) para o triênio 2017/2019. O “cabo de guerra” será entre o atual vice-presidente da entidade Normal Corral e Antônio Galvan que é presidente do Sindicato Rural de Sinop. O pleito será realizado no dia 25 de novembro.

O prazo para registro das chapas encerrou às 17h30 desta terça-feira, 13 de setembro, e a homologação deve sair em cinco dias úteis. A votação está marcada para o dia 25 de novembro, com encerramento às 14 horas. A Famato é uma entidade que representa 90 Sindicatos Rurais em Mato Grosso.

A Famato não divulgou a composição das duas chapas. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da entidade e foi informada que o núcleo jurídico da Federação irá analisar as documentações entregues nessa quarta-feira, 14. Essa é a segunda vez que Antônio Galvan disputa a presidência da entidade. Ele disputou pela primeira vez o pleito em 2013.

Normando Corral, que representa o grupo da situação, que há oito anos comanda a entidade, disputa pela primeira vez a presidência da Famato. Atualmente ele é vice-presidente, porém ficou à frente da federação no período em que Rui Prado afastou-se para disputar o Senado nas eleições de 2014. 

A disputa entre as duas chapas promete ser acirrada e assim como foi em 2013 quando pela primeira vez dois grupos disputaram os votos dos Sindicatos Rurais de Mato Grosso. Na ocasião a eleição da Famato acabou, inclusive, se tornando um grande embate jurídico. Na época o então candidato Rui Prado chegou a ser acusado pela chapa adversária de ter se candidatado de maneira ilegal, uma vez que, segundo a interpretação da oposição, partiria para seu terceiro mandato. Em 2008, quando o então presidente Homero Pereira deixou o cargo, Prado assumiu o posto, pois havia sido eleito vice-presidente.

Em entrevista ao Agro Olhar, Rui Prado pontua que o todo processo democrático pode se gerar embates. Ele afirma esperar um “embate positivo” nessa eleição e que haja “um crescimento tanto no processo eleitoral quanto depois na administração, o que não ocorreu na eleição passada, quando houve um embate mais pessoal do que um embate profissional”.

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