Embrapa Meio Ambiente comemora 38 anos em outubro
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Imagem: Divulgação
COMEMORAÇÃO

Embrapa Meio Ambiente comemora 38 anos em outubro

A Embrapa Meio Ambiente completa neste mês de outubro 38 anos de serviços prestados à nação
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A Embrapa Meio Ambiente, sediada em Jaguariúna, SP, completa neste mês de outubro 38 anos de serviços prestados à nação. Foi declarada oficialmente uma Unidade de Pesquisa de tema básico em 21 de outubro de 1982.

Reconhecida como referência nacional e internacional, ao longo desses anos tem contribuído para a sustentabilidade da agricultura brasileira, ratificando o seu foco de atuação em pesquisa, desenvolvimento e inovação na interface entre agricultura (atividades agrícolas, pecuárias, florestais e agroindustriais) e meio ambiente.

Trabalha conciliando as demandas dos sistemas produtivos com as necessidades de conservação de recursos naturais e preservação ambiental, buscando a sustentabilidade da agricultura, em benefício da sociedade. Tem como missão “viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para promover uma agricultura sustentável e melhorar a qualidade ambiental em benefício da sociedade brasileira”.

“São quase 40 anos de trabalho pioneiro e persistente, nos quais temos construído uma sólida história de soluções técnico-científicas, parcerias duradouras e intensa participação na construção de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável do País, além de oferecer produtos e serviços de qualidade e adequados às necessidades da sociedade”, diz o chefe-geral da Unidade, Marcelo Morandi.

A data será comemorada em 3 de novembro a partir das 10 h, com um bate-papo on-line com o chefe-geral, pelo canal da Embrapa no YouTube.

Foco nas questões ambientais da agricultura

Os estudos da Embrapa Meio Ambiente são diversificados e transdisciplinares, sendo principalmente focados em sistemas de produção sustentáveis; uso sustentável de recursos naturais; biotecnologia avançada e novos insumos biológicos para a agricultura; mudanças climáticas globais e implicações nos cenários agrícolas; indicadores de sustentabilidade e avaliação de impactos sociais, ambientais e econômicos de atividades agrícolas; uso sustentável de resíduos agrícolas e urbano-industriais na agricultura e comportamento de contaminantes e resíduos de agroquímicos no ambiente.

Os principais resultados apresentados à sociedade consistem em ferramentas de gestão ambiental na agricultura, práticas e processos agropecuários mais sustentáveis, avaliações de impacto ambiental de sistemas de produção agrícola e de novas tecnologias, uso da biodiversidade brasileira e prospecção de cenários futuros e seus impactos ambientais.

Ações de transferência e tecnologia com ênfase no desenvolvimento regional sustentável, na implementação de boas práticas e no apoio à organização e certificação de sistemas produtivos mais sustentáveis também têm sido conduzidos pela Embrapa Meio Ambiente e seus parceiros em diversas regiões do País. O processo de transferência de tecnologia também possui caráter estratégico na prospecção de demandas e construção de parcerias para a implementação de ações, gerando informações e tecnologias que contribuem para o desenvolvimento de soluções das questões ambientais da agricultura, sempre com foco na inovação.

Histórico

À época de sua criação, o então Centro Nacional de Pesquisa de Defensivos Agrícolas (CNPDA) tinha como missão o desenvolvimento de tecnologia nacional sobre defensivos agrícolas, especialmente no que diz respeito a sua eficiência, segurança, toxicologia, impacto no meio ambiente e economicidade.
Funcionando inicialmente em um prédio no centro de Campinas, transferiu-se para sua sede própria em Jaguariúna, inaugurada em outubro de 1986.

Seguindo as novas orientações da Embrapa de priorizar projetos de caráter social, privilegiando as atividades de pesquisa que resultassem em apoio técnico aos pequenos e médios produtores, veio a mudar de nome neste mesmo ano passando a se denominar Centro Nacional de Pesquisa de Defesa da Agricultura, conservando a mesma sigla CNPDA. Seus trabalhos na época foram então voltados para a investigação de alternativas naturais de proteção à agricultura, através de extratos de plantas, insetos e microrganismos capazes de combater plantas invasoras, pragas e doenças de plantas cultivadas.

Em 1991 a Embrapa desencadeou, através do método de Planejamento Estratégico, processo de reavaliação institucional, devido à necessidade de incorporação de novos valores: captar as mensagens do ambiente externo, modernizar estruturas e dar respostas concretas à sociedade. Naquele momento, o interesse generalizado pela questão da degradação ambiental representou um marco que influenciou e sensibilizou a Embrapa.

O CNPDA observou e processou esta questão, visando a tornar-se referência em um tema básico: o monitoramento e a avaliação de impacto ambiental de atividades ligadas à agricultura e após a elaboração de seu Plano Diretor em 1993, passou então a se chamar Centro Nacional de Pesquisa de Monitoramento e Avaliação de Impacto Ambiental (CNPMA) com a missão de “gerar e divulgar conhecimento sobre impacto ambiental de atividades relacionadas à agricultura, subsidiando o desenvolvimento de alternativas que conduzam à sua sustentabilidade”.

Hoje, o CNPMA é conhecido pelo nome-síntese Embrapa Meio Ambiente e está empenhado em sua consolidação como Centro de pesquisa temática trabalhando com grandes projetos de pesquisas, em quatro grandes áreas temáticas, todos dentro da interface agricultura e meio ambiente.

Saiba mais sobre a Unidade acessando as páginas:

História

Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação

Infraestrutura

Programação da live de aniversário a ser realizada em 3 de novembro das 10 às 11h:

  • Abertura  
  • Mensagem do Presidente da Embrapa Celso Moretti
  • Vídeo institucional da Embrapa Meio Ambiente
  • Histórico e Pesquisa e Desenvolvimento na Embrapa Meio Ambiente (áreas de atuação e números)
  • Transferência de tecnologia
  • Políticas públicas
  • Lançamento da Vitrine Tecnológica
  • Homenagem aos empregados aposentados e homenagem póstuma
  • Presente, cenário global e desafios futuros da Unidade e encerramento

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