Especialistas falam da importância da carne suína
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Agronegócio

Especialistas falam da importância da carne suína

Uma pesquisa realizada mostrou que de 1980 a 2010, houve redução do tamanho das famílias, de 4,3 para 3,2 e de 2,3 para 1,4 filhos/família
Por: -Janice
“Responsabilidade Nutricional, a nova fronteira das mídias” e “A importância da carne suína” foram temas das palestras que aconteceram durante encontro paralelo promovido pela APS e ABCS no maior evento da suinocultura mundial, a PorkExpo. Cerca de 90 pessoas ouviram a importante palestra de Fernando Barros, consultor de comunicação e marketing do PNDS e o médico gastroenterologista Arnaldo Ganc, chefe do dep. de endoscopia do Hospital Albert Eistein e professor da UFSP.


Arnaldo Ganc, médico gastroenterologista Arnaldo Ganc, chefe do dep. de endoscopia
do Hospital Albert Eistein e professor da UFSP


Segundo Fernando Barros, o Brasil é o 4º maior produtor mundial e o 4º maior exportador mundial de carne suína, contudo, a carne suína é a menos consumida pelos brasileiros que associam seu consumo de forma errônea como excesso de gordura, colesterol alto, doenças, preços e preconceitos.
 

                                                              Fernando Barros, consultor de comunicação e marketing do PNDS


Uma pesquisa realizada mostrou que de 1980 a 2010, houve redução do tamanho das famílias, de 4,3 para 3,2 e de 2,3 para 1,4 filhos/família. Isso nos mostra que, assim como o padrão de família mudou os cortes de carne suína também precisam mudar. O comércio deverá trabalhar com cortes específicos, fracionados, que ofereçam ao consumidor compras em pequenas proporções.

O Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS) tem como proposta reestruturar a cadeia desde a produção até o varejo para levar ao consumidor a carne suína da forma que deseja. Além de alcançar as metas de consumo interno e estimular o mercado de carnes, explica Fernando Barros.

A segunda palestra foi ministrada pelo Dr. Arnaldo Ganc, onde explica que as causas históricas responsáveis pela rejeição à carne suína são mística religiosa, estereotipagem histórica, histeria do colesterol, mudança do padrão de beleza e erros médicos. Segundo ele, o alimento saudável é aquele que promove a saúde e vai depender das necessidades individuais de cada pessoa, pois não há alimento universalmente saudável.

Atualmente o consumidor mudou e está mais preocupado com sua saúde e bem-estar. Contudo os investimentos para levar até este consumidor qualidade, sabor e saúde são altos. O uso da tecnologia coloca a suinocultura entre as atividades mais modernas do agronegócio brasileiro. Por isso hoje a carne suína é uma das carnes mais saudáveis que chegam à mesa dos consumidores, finaliza o médico gastroenterologista Arnaldo Ganc.

As informações são da assessoria de imprensa da Associação Paranaense de Suinocultores – APS.

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