Estudo propõe nova forma de avaliação do bicho-mineiro no café
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Agronegócio

Estudo propõe nova forma de avaliação do bicho-mineiro no café

Pesquisa resultou em nova forma de avaliação da população do bicho-mineiro em plantações de café
Por: -Sandra

Pesquisadores do Pólo Regional do Centro Leste, vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, concluíram pesquisa que resultou em nova forma de avaliação da população do bicho-mineiro (Leucoptera coffeella) em plantações de café. Os resultados indicaram que a prática de avaliar a praga pelo número de folhas com lesões causadas pelas lagartas do bicho-mineiro não traduz o nível real de infestação do cafezal.

A pesquisadora Rogéria Inês Rosa Lara explica que o nível de controle do bicho-mineiro nos cafezais deve levar em conta o total de lesões causadas pela praga assim como o número de lesões com sinais de atividade de vespas predadoras e/ou de parasitóides. Segundo a pesquisadora a avaliação mais minuciosa das folhas dos cafezais traduz a real infestação da cultura pela praga em questão.

Os pesquisadores do pólo explicam que o bicho-mineiro é uma das principais pragas das plantações de café de todo o país; de origem africana, ela entrou no país por volta de 1851, provavelmente através mudas de café infestadas provenientes das Antilhas e da Ilha de Bourboun. Atualmente esta praga também está presente em outros países da América Latina e no continente africano.

O estudo desenvolvido pelos pesquisadores Rogéria Inês Rosa Lara e Nelson Wanderley Perioto, faz parte do projeto de pesquisa "Dinâmica populacional de hemerobiídeos (Neuroptera, Hemerobiidae) e dos artrópodes fitófagos (bicho-mineiro, ácaros vermelho e da mancha-anular e as cochonilhas verde e branca) em cultivos de café Coffea arabica L. (Rubiaceae)" e foi um dos sete escolhidos para apresentação oral no 5° Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, realizado em Águas de Lindóia (SP). As informações são da assessoria de imprensa da Secretaria de Agricultura de São Paulo.

- Informações sobre o projeto com a pesquisadora Rogéria Inês Rosa Lara, pelo e-mail rirlara@aptaregional.sp.gov.br ou pelo fone, (16) 3626-1609


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