Exportação de janeiro foi recorde para o mês

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Exportação de janeiro foi recorde para o mês

Embarques brasileiros somaram US$ 16,968 bilhões no primeiro mês do ano
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O Brasil exportou US$ 16,968 bilhões em janeiro, valor recorde para o primeiro mês do ano desde o início da série histórica, em 1989. Pela média diária (US$ 771,3 milhões), o resultado superou em 13,8% as vendas externas de igual mês do ano passado, de acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

A pasta divulgou os dados da balança comercial nesta quinta-feira (01). O saldo ficou positivo em US$ 2,768 bilhões, o melhor resultado para janeiro desde 2006. No mês passado, o Brasil importou US$ 14,199 bilhões, crescimento de 16,4% sobre janeiro de 2017, pela média diária (US$ 645,4 milhões).

Cresceram as vendas externas em todas as categorias: manufaturados (23,6%), básicos (11,2%) e semimanufaturados (1,1%).

De acordo com a pasta, no grupo dos manufaturados cresceram principalmente as exportações de aviões, óleos combustíveis, açúcar refinado, maquinas para terraplanagem, pneumáticos, polímeros plásticos, laminados planos, óxidos e hidróxidos de alumínio, tubos flexíveis de ferro e aço, autopeças e automóveis de passageiros.

No grupo dos básicos, os destaques foram as vendas de algodão em bruto, fumo em folhas, milho em grão, soja em grão, carne bovina e petróleo bruto. Já nos semimanufaturados, puxaram o crescimento os catodos de cobre, madeira serrada, ferro fundido, semimanufaturados de ferro e aço, ferro ligas e celulose.

Do lado das importações, cresceram em janeiro as compras de combustíveis e lubrificantes (96,3%), bens de consumo (19,2%), bens de capital (11,4%) e bens intermediários (5,8%).

Para o Oriente Médio, as exportações avançaram 5,7% no mês passado, somando US$ 911 milhões. O MDIC destacou os embarques de milho em grão, soja em grão, ouro em forma semimanufaturada, bovinos vivos, tubos de ferro fundido, celulose e máquinas para terraplanagem.

No sentido contrário, aumentaram 35% as compras brasileiras na região, somando US$ 451 milhões, principalmente por conta de petróleo bruto, gás natural, querosene de aviação, polímeros plásticos, cloreto de potássio, adubos e fertilizantes, enxofre, alumínio em desperdícios, compostos heterocíclicos, chapas de plástico, desperdícios de cobre e chumbo em bruto.

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