Exportar produtos agrícolas é um "privilégio" no cenário atual, diz ministro

Agronegócio

Exportar produtos agrícolas é um "privilégio" no cenário atual, diz ministro

Resultado da balança comercial de julho é o melhor desde 2011
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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges, disse que o perfil das exportações brasileiras - cujas vendas de produtos primários ultrapassaram 50,0% da pauta de exportações, segundo a última balança comercial - é um "privilégio" no atual contexto, de recente recuperação da economia mundial e retração comercial. Borges participou na manhã de quarta-feira, (02/07) do lançamento do portal BrasilExport - Guia de Comércio e Exterior e Investimento, no Itamaraty.

O ministério divulgou o resultado da balança comercial de junho, em que foi registrado o melhor período desde 2011. Neste mesmo resultado, verificou-se que as exportações brasileiras de produtos primários - como minerais e bens agrícolas - correspondem a mais da metade da pauta comercial.

"Isso [perfil agrícola] é um privilégio, em um contexto internacional tão adverso, ter uma base de produtos primários, especialmente agrícolas, tão competitivo no mundo", disse Borges.

O ministro explicou que, como a variação da demanda por produtos básicos - especialmente alimentos - é menor do que a variação da demanda por produtos industrializados - em muitos casos, supérfluos -, o mercado brasileiro fica menos suscetível em relação à renda mundial.

"Em um momento de vacas magras do comércio internacional, ter produtos de baixa elasticidade [cuja demanda varia menos] e que vão ser consumidos a qualquer custo, é uma vantagem. A China, por exemplo, não vai reduzir a compra de produtos alimentares básicos em razão de uma baixa conjuntural da economia; o que pode ser feito em relação às manufaturas. Essa é uma posição que poucos [países] podem ter", explicou.

No evento do qual o ministro participou, foi lançada uma página do governo na internet com o objetivo de facilitar o acesso às informações sobre comércio exterior e de fomentar os investimentos no país. O projeto é uma parceria da pasta com os ministérios Ministério das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
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