Na Bolsa de Chicago a soja fecha em forte queda por aumento nos rendimentos e quedas do petróleo e óleos vegetais, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de novembro21 da soja em grão fechou em forte queda de 1,05% ou 13,0 cents/bushel a $ 1231,0; o contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em queda de 0,92% ou 11,75 cents/bushel a $ 1267,75. O contrato de dezembro do farelo de soja fechou em alta de 1,01% ou 3,4/t curta a $ 340,6. O contrato de dezembro de óleo de soja fechou em nova queda forte de 1,55% ou $ 0,96/libra-peso a $ 61,03”, comenta.
“Entre as causas da alta desta quarta-feira, o mercado foi condicionado pelo avanço da safra nos EUA. Especulações quanto a maiores rendimentos obtidos, transmitem ânimo descendente. A ausência da China nas compras diárias, operou na mesma direção. Enquanto isso, o avanço do plantio na América do Sul e as boas perspectivas de produção proporcionaram tranquilidade. Quedas no petróleo e óleo de soja aumentaram a pressão”, completa.
A IHS Markit está estimando uma safra americana de soja de 51,5 bpa (3463,43 kg/hectare) para 4,454 bbu (121,22 MT). “O USDA divulgará sua estimativa em 9 de novembro - com estimativas pré-relatório apontando para um rendimento médio de 51,9 bpa (3490,33kg/hectare). A gama completa de respostas da pesquisa é de 51 bpa a 52,5 bpa com a estimativa anterior do USDA de 51,5. Os números de produção média de 4,482 bbu (121,98 MT) do mercado, entre 4,408 e 4,536, em comparação com 4,448 (121,05 MT) no mês passado”, indica.
“As estimativas do pré-relatório para as vendas de exportação de soja estão entre 1 e 2 MT reservados durante a semana que terminou em 28/10. As vendas futuras para a safra 22/23 são estimadas em menos de 20.000 T durante a mesma semana. O FAS do USDA divulgará os dados conforme programado amanhã de manhã”, conclui.