Foco da Agricultura será a modernização

Agronegócio

Foco da Agricultura será a modernização

Wagner Rossi reafirma mudança na estrutura da pasta para aumentar eficiência
Por: -Laila Muniz
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Empossado em 1º de janeiro, Wagner Rossi reafirma mudança na estrutura da pasta para aumentar eficiência
 
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, reforçou, nesta terça-feira, 4 de dezembro, que a modernização da pasta será o foco central de sua gestão. “O Ministério da Agricultura precisa responder de forma mais eficiente às demandas dos produtores rurais e da sociedade”, afirmou Rossi. Ele tomou posse no dia 1º de janeiro juntamente com outros ministros do governo da presidente Dilma Rousseff.

À frente do ministério desde abril de 2010, Wagner Rossi lembra que o trabalho de modernização do órgão já foi iniciado com a isenção de registro prévio de 20 mil produtos destinados à alimentação animal, como suplementos e rações. A medida, em vigor desde o mês passado, desburocratiza o processo sem reduzir o rigor para garantir a segurança e a qualidade dos produtos.

De acordo com o ministro, outras ações na mesma linha serão anunciadas, em breve. Ele avalia que o governo terá condições de acompanhar a expansão do agronegócio que avançou muito, principalmente nos últimos dez anos. “A representatividade do setor na economia, com 26% do PIB e mais de 40% das exportações, mostra que a modernização da estrutura do ministério é fundamental”, completou.

O projeto de gestão do Ministério da Agricultura para os próximos quatro anos inclui ainda um novo modelo de financiamento do crédito rural, a ampliação do seguro rural e a abertura de novos mercados para a carne brasileira. Ele informa que o ministério estuda novas modalidades de financiamento para a pecuária e a fruticultura, por exemplo. Segundo Rossi, a intenção é combater o desenvolvimento desigual na agropecuária e incentivar a organização de setores com grande potencial.

O ministro defendeu a ampliação do seguro rural, como forma de garantir a renda para os produtores. Também reforçou o empenho da equipe do ministério para que a carne brasileira possa ser comercializada em novos mercados, especialmente os do Extremo Oriente, englobando Japão, China e Coreia. Os três países estão entre os maiores consumidores de carne suína do mundo.
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