Fórum Mercadológico debate futuro da cadeia do arroz
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Imagem: Eliza Maliszewski

ABERTURA DA COLHEITA

Fórum Mercadológico debate futuro da cadeia do arroz

Segundo dia do evento contará com debates sobre inovação, empreendedorismo, gestão de pessoas e mercado
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Na próxima quinta-feira, 13 de fevereiro, das 14 às 18h, a 30ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz abre espaço para o Fórum Mercadológico. No auditório da Estação Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado em Capão do Leão (RS), quatro painéis vão abordar temáticas para informar e atualizar os produtores das tendências de mercado global, políticas, tecnologia e gestão.
 
No primeiro painel, o professor de Inovação em Agronegócios da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Antônio Filipe Muller abre os trabalhos com um panorama dos caminhos para a cadeia do arroz por meio de inovação e empreendedorismo. Os debates seguem com o tema gestão de pessoas, com a participação da psicóloga e especialista em psicologia organizacional e do trabalho pelo Conselho Federal de Psicologia Kátia Saraiva. Logo após, o presidente da John Deere Brasil, Paulo Renato Herrmann, traz o potencial e desafios para o Brasil na lavoura.
 
Às 17h, ocorre o painel “O Brasil e o Mercado Internacional do Agronegócio”, em que estarão presentes o deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Alceu Moreira, e o diretor de relações internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Farsul, Gedeão Pereira. O debate terá como moderador o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho.
 
De acordo com Pereira, o painel irá além da cadeia do arroz, trazendo para a pauta discussões sobre perspectivas de negócios para outras culturas brasileiras, como soja, milho e diferentes variedades de carnes. Recentemente na Índia, o executivo se mostra otimista com a abertura de novos mercados: “Precisamos aproveitar esta entrada do arroz no México e consolidar as exportações do produto também para mais países. No entanto, cada local tem as suas necessidades e particularidades, não se vende o mesmo para todos. Estamos trabalhando tanto com demandas de curto prazo quanto com perspectivas de longo prazo, caso da Índia”, ressalta. Pereira ainda reforça que a economia atual se baseia em interdependência de mercados, e que a China continuará sendo destino das exportações. “O futuro está no oriente”, destaca.


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