Frigoríficos de SC buscam novas oportunidades no exterior

Agronegócio

Frigoríficos de SC buscam novas oportunidades no exterior

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O freio parcial às exportações de carnes com os dois embargos da Rússia ocorridos em 2004, deixou os frigoríficos catarinenses em estado de alerta. O presidente do Sindicarnes , Paulo Ernani de Oliveira, avalia que é preciso buscar a ampliação dos mercados internacionais para prevenir os efeitos de uma crise futura. Para Oliveira, a melhor saída continua sendo o melhoramento do controle sanitário do Estado, medida que assegura a competitividade no exterior.

"O Brasil é imbatível no mercado de carnes, mas ainda precisa driblar algumas barreiras sanitárias, principalmente na União Européia. Vamos precisar fazer algumas modificações nas plantas das unidades industriais", diz o executivo, que prevê a possibilidade de o Brasil sofrer com novos entraves nana relação comercial com a Rússia em 2005.

Com investimentos maciços e contínuos em programas de sanidade animal no Estado, o presidente do Sindicarnes prevê bons negócios para a economia catarinense com a abertura de mercados na China e na Coréia do Sul. As vendas de frango, segundo previsão de Oliveira, podem iniciar em março. Para os suínos, a meta dos frigoríficos é conquistar a Europa e por tabela, o Japão.

A Coopercentral, uma das maiores abatedoras de suínos do Estado, está em período de planejamento administrativo e ainda não divulga quais os mercados internacionais que estão sendo estudados e devem ser conquistados no ano que vem. Mas a empresa, que deve faturar R$1,5 bilhão em 2004 em receita operacional bruta, antecipa que pretende ampliar de 22% para 30% o volume de carnes e derivados destinados ao comércio exterior.

Na área de frangos, a meta da Bondio Alimentos, de Guatambu, Oeste do Estado, é conquistar a habilitação para exportar aos países da Comunidade Européia. O diretor de agropecuária da empresa, Valmor Masson, disse que a situação sanitária já está aprovada e depende apenas de acertos finais na documentação.


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