Grupo português compra Oro Agri
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Imagem: Pixabay
MERCADO

Grupo português compra Oro Agri

Multinacional de tecnologia de aplicação custou US$ 147 milhões
Por: -Eliza Maliszewski

O Grupo português Ascenza, que atua em biológicos e nutrição, anunciou a aquisição de ações da multinacional de tecnologia de aplicação, Oro Agri. A transação de US$ 147 milhões inclui a compra total das ações na África do Sul, Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina.

A empresa que surgiu como uma startup hoje está presente em 75 países e é considerada estratégica para a Ascenza. “A Oro Agri construiu um negócio de produtos biológicos com uma marca de renome mundial. Sua força regulatória e de propriedade intelectual, assim como sua estratégia técnica orientada para o cliente, são totalmente alinhadas com nossa filosofia e princípios. O portfólio de produtos altamente promissor e as oportunidades decorrentes da integração com o Grupo Ascenza serão impulsionadores importantes”, afirma o CEO da Ascenza, Eric Van Innis.

A aquisição também deve impactar no Brasil. A planta nacional fica em Arapongas (PR). No ano passado faturou R$ 100 milhões e para 2020/2021 espera um crescimento de 25%, apoiado em alguns de seus mais recentes lançamentos como um bioinseticida, um condicionador de solo e um antideriva.

Para o gerente geral da Oro Agri na América do Sul, Luís Carlos Cavalcante, a planta brasileira já colhe os frutos da negociação. Com sede em Arapongas (PR), a unidade aumentou seu efetivo em 75% nos últimos meses, especialmente na força de venda e no setor de P&D (pesquisa e desenvolvimento). Além disso, a empresa também duplicou o parque industrial, após a construção de uma nova fábrica, bem como inaugurou uma sede totalmente remodelada.

“A principal mudança na Oro Agri é a filosofia da Ascenza, que investe para ser a empresa número um do mundo na comercialização de produtos biorracionais até 2025. Nossos produtos são seguros para o meio ambiente e não têm ação direta sobre predadores naturais nem polinizadores, em especial as abelhas”, afirma Cavalcante.

A compra também deve fortalecer a  atuação nos países que fazem parte da jurisdição do Brasil como Argentina, Chile, Bolívia, Uruguai e Paraguai.
 


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