Imagem de satélite: nova matéria-prima da agricultura?
CME MILHO (DEZ/20) US$ 4,124 (0,34%)
| Dólar (compra) R$ 5,59 (-0,36%)

Imagem: Divulgação

TECNOLOGIA

Imagem de satélite: nova matéria-prima da agricultura?

Instituto argentino fez análise
Por: -Leonardo Gottems
474 acessos

Após mais de 70 anos de inovações, os satélites revolucionaram o mundo das comunicações e geram informações tão vitais para o dia a dia que são essenciais para o desenvolvimento rural dos nossos tempos. Isso, de acordo com o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA). 

O INTA indica que trabalha em inúmeros empreendimentos que o instalam como um facilitador do acesso da população rural a diversos serviços de informação e comunicação que melhoram sua qualidade de vida. “Assim, hoje é possível ao produtor visualizar o que está acontecendo em sua área a partir de seu celular ou tablet, comandar equipamentos à distância e acessar mapas de produtividade, aplicação e semeadura em tempo real. Ou acesse fotografia aérea e de satélite, mapeamento do solo e sensores de índice verde. Esses instrumentos colaboram com a tomada de decisões e facilitam as práticas agrícolas”, comenta a entidade. 

Pablo Mercuri, diretor do Centro de Pesquisas de Recursos Naturais do INTA Castelar, garantiu que "o INTA começou a usar a informação de satélite nos anos 1970 e desde 1991 em formato digital", e indicou que "a informação de satélite é hoje uma ferramenta para a tomada de decisões em diferentes escalas por governos, produtores agrícolas e ONGs”. 

Mercuri considerou que “não existe outra ferramenta como os satélites para colaborar com a análise espaço-temporal em múltiplas escalas das condições observadas no campo”. Os dados de satélite são essenciais para determinar o estado dos agroecossistemas, monitorar a vegetação e a umidade em todas as zonas produtivas. 

“A variabilidade do clima atual, a intensificação produtiva e a expansão das fronteiras de produção geram uma necessidade contínua de informação, desde a gestão por ambientes ou a análise de vulnerabilidade ao risco hidrometeorológico, até o monitoramento das mudanças no uso do solo”, especificou. 

Anúncios que podem lhe interessar


Atenção: Para comentar nesta página é necessário realizar o seu cadastro gratuíto ou entrar.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink