Independência apresenta plano de recuperação judicial

Agronegócio

Independência apresenta plano de recuperação judicial

O diretor tesoureiro da Famato, Eduardo Alves Ferreira Neto, que participou da reunião, expôs a preocupação do setor da pecuária matogrossense frente ao problema e alertou que o plano apresentado pelo Independência precisa ser analisado minuciosament
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O presidente do Frigorífico Independência, Miguel Russo, apresentou ontem (16) à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) a proposta de recuperação judicial da empresa, anunciada na última segunda-feira à justiça do município paulista de Cajamar e que visa à renegociação do passivo total da empresa junto aos seus credores. O encontro reuniu o presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira, o vice-presidente da entidade e presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso do Sul (Famasul), Ademar Silva Júnior, e representantes do setor de pecuária de corte das Federações de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Goiás (Faeg) e Minas Gerais (Faemg).

O diretor tesoureiro da Famato, Eduardo Alves Ferreira Neto, que participou da reunião, expôs a preocupação do setor da pecuária matogrossense frente ao problema e alertou que o plano apresentado pelo Independência precisa ser analisado minuciosamente.

Antenor Nogueira informou que a CNA e as federações solicitaram ao frigorífico informações adicionais referentes aos fornecedores de animais e ficaram de analisar a proposta depois de receberem estes dados. Ele informou também que será marcada uma nova reunião para retomar o assunto, ainda sem data definida. “Depois de avaliarmos minuciosamente o plano de recuperação, decidiremos se apoiamos ou não o plano. A princípio, o que foi exposto por eles hoje não tem o respaldo da CNA”, afirmou Nogueira. Entre as proposições que constam no plano de recuperação do frigorífico, estão a obtenção de um financiamento de R$ 330 milhões para viabilizar o pagamento a pecuaristas e fornecedores, de Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), débitos trabalhistas, além do reforço de capital de giro e da reestruturação societária, entre outros pontos.


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