Indústria do aço quer aumentar exportações em 13% este ano


Agronegócio

Indústria do aço quer aumentar exportações em 13% este ano

Por: -Admin
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As indústrias do setor de aço estão planejando exportar 13% mais agora em 2003 e obter um aumento de receitas de 10% sobre 2002. Caso as projeções sejam atingidas, o Brasil exportará um volume de 13,2 milhões de toneladas (11,6 milhões em 2002) e obterá receitas da ordem de US$ 3,2 bilhões (US$ 2,9 bilhões em 2002). Nas estimativas do setor, o dólar estará até o final do ano no patamar de R$ 3,50 e R$ 3,55, com uma inflação de 12%, no máximo.

O presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), José Armando de Figueiredo Campos, disse ontem que se a economia nacional não melhorar, para absorver a produção nacional, a alternativa do setor será enviar o excesso de oferta para os clientes internacionais. “Mas a prioridade será sempre o mercado nacional”, frisou o executivo. “Caso a economia nacional reaja, vamos ter que sacrificar as exportações”. No ano passado, o setor foi duramente criticado por redirecionar a produção para as exportações, uma vez que a economia nacional patinou e os pedidos das indústrias não reagiram como o setor esperava. “O setor tem como atender a demanda nacional. Não há risco de desabastecimento em 2003”, observou José Armando.

Agora em 2003, na contabilização do aumento das exportações, os empresários do setor esperam uma recuperação mais forte da economia norte-americana e a retomada dos negócios com a China. No caso norte-americano, a queda do nível de atividade reduz a demanda, em um mercado já fortemente difícil. No caso da China, nos últimos meses, as vendas estão estagnadas porque os estoques estão altos, em média de 80 dias, quando antes chegavam a apenas 60 dias.

“Por enquanto, a gripe asiática não preocupa”, brincou José Armando. Os setores que mais podem ajudar nas vendas são as empresas de máquinas de capital e de autopeças para exportação, além do próprio setor automotivo, segundo destacou Campos.

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