Ontem feriado no Brasil, N.Y. fechou com baixa de -3,55 pts, hoje a bolsa encerrou em alta, a posição julho oscilou entre a mínima de -2,40 pontos e máxima +4,40 fechando com +4,05 acumulando na semana -0,70 pts.
A moeda norte-americana recuou 0,94%, cotado a R$ 5,0360. Os postos de trabalho fora do setor agrícola aumentaram em 559 mil no mês passado, informou o Departamento do Trabalho em seu relatório de empregos nesta sexta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam abertura líquida de 650 mil vagas de emprego em maio. A reação negativa do dólar se deveu ainda ao fato de que, na véspera, dados de emprego privado nos EUA vieram mais fortes que o esperado, o que levou o índice da moeda norte-americana no exterior a uma máxima em três semanas. "Os dados garantem tempo ao Fed, ou seja, sem pressa para acelerar o processo de normalização monetária", disse Dan Kawa, CIO da TAG Investimentos, à Reuters. "No geral, números positivos para os ativos de risco." O exterior pró-risco fortalece no câmbio os efeitos do já positivo ambiente local, num misto de cenário externo benigno e, do lado doméstico, retirada do risco de ruptura fiscal aguda no curto prazo, sinais de aceleração do crescimento econômico e juros mais altos, destaca a Reuters. As vendas de dólares foram ditadas novamente por um movimento de "compra de Brasil", a exemplo dos últimos dias, quando dados melhores do PIB provocaram um rali nos ativos domésticos.








