A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em baixa, a posição maio oscilou entre a máxima +2,65 pontos e mínima de -5,20 fechando com -3,95 acumulando na semana -3,95 pts.
A moeda norte-americana recuou 0,36%, cotada a R$ 4,6343. Na semana, o dólar acumulou alta de 3,42%. Nesta sessão, o Banco Central realizou leilão de 40 mil contratos de swaps tradicionais, vendendo o total da oferta de US$ 2 bilhões, dobrando a oferta em relação aos três leilões de até 20 mil contratos cada que aconteceram na quinta-feira. A medida extraordinária veio depois do salto do dólar por 12 sessões seguidas, renovando sua máxima recorde para fechamento nas últimas dez.
"Há uma pressão de fora, e por isso o BC está fazendo leilão, injetando liquidez no mercado", disse Marcos Trabbold, operador de câmbio da B&T Corretora. "Não está surtindo efeito no momento, mas pode ser que essa medida ajude a aliviar a pressão sobre o real."
A Colômbia produziu pouco mais de 1 milhão de sacas de 60 kg de café arábica lavado em fevereiro, disse nesta quarta-feira a federação nacional de café do país, registrando uma queda de 9% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em fevereiro de 2019, a Colômbia havia registrado produção de cerca de 1,1 milhão de sacas.
Em telefonema com a Reuters, a federação atribuiu a queda ao fato de uma importante colheita ter recém terminado. As exportações de café do país sul-americano no mês passado tiveram queda de 13%, a pouco menos de 1,1 milhão de sacas, contra cerca de 1,2 milhão de sacas em fevereiro de 2019. Em 2019, a produção total da Colômbia avançou 9%, para 14,8 milhões de sacas, graças a condições favoráveis ao cultivo de café, disse a federação em janeiro. As exportações do ano passado registraram alta de 7% em relação aos níveis de 2018.