N.Y. finalizou a terça-feira em alta, a posição maio atingiu a máxima de +4,25 pontos fechando com +3,25 pts.
A moeda norte-americana recuou 1,30%, cotada a R$ 5,2251. No exterior, os mercados tinham um viés positivo nesta terça-feira, com investidores concentrando-se em sinais iniciais de que a pandemia de coronavírus possa estar recuando, embora permanece a cautela diante da perspectiva de impactos significativos na economia global.
O número total de casos confirmados de Covid-19 na Itália teve o menor aumento diário desde 17 de março na segunda-feira, ressaltando as esperanças de que a doença possa estar recuando graças a uma quarentena nacional introduzida em 9 de março. Enquanto isso, nos Estados Unidos, os governadores de Nova York e Nova Jersey disseram que seus Estados, epicentros da doença no país, estão mostrando sinais iniciais de um "achatamento" do surto.
A exportação brasileira de café em grão no mês de março (22 dis úteis) alcançou 3,041 milhões de sacas, o que corresponde a uma queda de 5,1% em relação a igual mês de 2019 (3,205 milhões de sacas). Em termos de receita cambial, houve queda de 0,5% no período, para US$ 409,6 milhões em comparação com os US$ 411,8 milhões registrados em março de 2019.
Os dados foram divulgados há pouco pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. Quando comparada com fevereiro passado, a exportação de café em março apresenta elevação de 8,2% em termos de volume - em fevereiro os embarques somaram 2,810 milhões de sacas. A receita cambial foi 7,6% maior, considerando faturamento de US$ 380,7 milhões em fevereiro passado. No primeiro trimestre deste ano, o volume de café exportado pelo Brasil caiu 8,1% em comparação com igual período de 2019, saindo de 9,331 milhões de sacas para 8,576 milhões de sacas. No período, a receita cambial caiu 6,4%, de US$ 1,227 bilhão para US$ 1,149 bilhão.