Mercado interno travado com valores nominais. A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira com forte baixa, a posição março oscilou entre a máxima +1,05 pontos e mínima de -8,25 fechando com -7,60 acumulando na semana -10,75 pts.
A moeda norte-americana subiu 0,74%, cotada a R$ 5,6142. No acumulado da semana, o dólar recuou 1,20%. No exterior, o dados mostraram que a inflação voltou a acelerar nos Estados Unidos em novembro, acumulando alta de 6,8% em 12 meses – a maior taxa desde junho de 1982. A inflação alta pode influenciar a decisão do Federal Reserve sobre as taxas de juros e o programa de compra de títulos. Na agenda do dia, o IBGE divulgou mais cedo o resultado da inflação oficial de novembro, em meio ao maior aperto monetário do Banco Central, que elevou a taxa básica de juros para 9,25% ao ano, maior patamar em mais de 4 anos. A inflação oficial do país ficou em 0,95% em novembro, após alta de 1,25% em outubro. A expetativa atual do mercado é que a taxa Selic chegue a 11,25% ao ano em 2022. Mas diversas já estimam os juros chegando a 11,75% ao ano no final do primeiro trimestre de 2022 em meio às preocupações com as perspectivas fiscais. Juros mais altos no Brasil elevam a rentabilidade do mercado de renda fixa doméstico, o que tenderia a atrair mais recursos estrangeiros para o país, aumentando a demanda pelo real. Fonte: G1.








