Infocafé de 18/01/19

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A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em alta
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A bolsa de N.Y. finalizou a sexta-feira em alta, a posição março atingiu a máxima +3,80 pontos fechando com +2,55 acumulando na semana +1,10 pts. Segunda-feira (21) a bolsa de N.Y. não operará devido ao feriado do dia de Martin Luther King.

O dólar comercial fechou em alta de 0,22%, cotado a R$ 3,7560. Com isso, a moeda norte-americana termina a semana com valorização de 1,11%, após quatro quedas semanais. No cenário externo, o mercado acompanhava as negociações comerciais entre Estados Unidos e China. O próximo encontro com representantes dos dois países está previsto para o final de janeiro. Segundo o "Wall Street Journal", o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, discutiu suspender algumas ou todas as tarifas impostas às importações chinesas e sugeriu colocar a proposta em discussão no próximo encontro.

A notícia chegou a impulsionar os mercados externos, apesar de um porta-voz do Tesouro ter negado a informação.

No Brasil, investidores aguardavam anúncios mais concretos sobre a proposta de reforma da Previdência. Uma fonte disse à agência de notícias Reuters na véspera que a proposta que será apresentada pelo governo terá um tempo de transição maior que 12 anos, mas menor do que os 20 anos do texto submetido ao Congresso pelo ex-presidente Michel Temer. No entanto, uma definição deve vir só após a viagem do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, ao Fórum Econômico Mundial, que acontece entre os dias 22 e 25 de janeiro em Davos, na Suíça. O BC vendeu nesta sessão 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou US$ 8,71 bilhões do total de US$ 13,398 bilhões que vencem em fevereiro. Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

A exportação de café solúvel atingiu 3.695.260 sacas de 60 kg no acumulado de 2018. O volume representa elevação de 6% na comparação com o volume embarcado durante 2017. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics). Em compensação, houve um declínio de 7% em receita cambial, com a receita caindo de US$ 642,5 milhões em 2017 para US$ 595,7 milhões no ano passado. O desempenho das exportações de solúvel do Brasil coloca o segmento no segundo lugar entre os tipos de café remetidos ao exterior em 2018, respondendo por 10,5% do total e ficando atrás apenas da variedade arábica, com representatividade de 82,4%.

O preço médio do produto, de janeiro a dezembro, foi de US$ 161,20 a saca. O forte resultado deve-se ao crescimento da demanda na maioria dos continentes, com exceção da África e da União Europeia (UE). "No caso da UE, o recuo foi puxado pela Alemanha, que diminuiu em 27% a importação do café solúvel brasileiro", afirmou o diretor de Relações Institucionais da Abics, Aguinaldo Lima. Segundo a Abics as remessas de café solúvel para a África reduziram em 18,7% e para a União Europeia (UE) em 2,8%. Nos países europeus que não compõem o bloco econômico, o ingresso do produto cresceu 39,1%.

Na Ásia, o crescimento foi liderado por Mianmar com incremento de 78% nos embarques da variedade solúvel. Enquanto a América do Sul, recebeu um volume 27,5% maior de café solúvel brasileiro, com destaque para Argentina, Peru e Chile. Quando à receita obtida com as exportações de café solúvel do Brasil, houve recuo em quase todos os continentes. "As exceções foram a América do Sul, onde houve alta de 6,5%, e os países europeus fora da UE, que gastaram 24,1% a mais. O desempenho positivo nessas localidades se deveu ao crescimento do volume exportado", acrescentou Lima.

Os principais destinos do café solúvel nacional no ano passado foram: Estados Unidos, com a compra de 644.301 sacas (US$ 97,256 milhões); Rússia, com aquisição de 439.062 sacas (US$ 75,964 milhões); Japão, com a compra de 304.074 sacas (US$ 65,791 milhões); Indonésia, com aquisição de 280.923 sacas (US$ 39,944 milhões); e Argentina, com a compra de 239.564 sacas (US$ 32,921 milhões) do produto nacional. 


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