A bolsa de N.Y. operou com alta nesta segunda-feira (21), a posição maio oscilou entre a mínima de -0,30 pontos e a máxima de +5,25 fechando em +4,60. O dólar fechou em queda de 1,43%, cotado a R$ 4,9440, nesta segunda-feira (21), com a guerra na Ucrânia ainda sem sinal de cessar-fogo, enquanto investidores se preparavam para uma semana recheada de divulgações, incluindo da ata da última reunião do Copom, do Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central e da prévia da inflação de março (IPCA-15).
Com o resultado desta segunda, a moeda norte-americana acumula queda de 4,12% no mês e de 11,32% no ano. Os ministros das Relações Exteriores e da Defesa da União Europeia devem debater nesta segunda-feira novas sanções contra Moscou. Nos EUA, o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, disse nesta segunda que o Fed tem que agir "rapidamente" para controlar a inflação alta demais. Por aqui, os analistas do mercado financeiro elevaram pela décima semana seguida a estimativa de inflação deste ano, que passou de 6,45% para 6,59%, segundo o boletim Focus do Banco Central. A previsão de crescimento do PIB deste ano passou de 0,49% para 0,50%. Os analistas também elevaram a estimava para a Selic no fim de 2022. Agora, projetam que a taxa pode chegar a 13% ao final do ano. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2022 permaneceu em R$ 5,30.
O mercado futuro do café arábica teve um dia de valorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado estendeu os ganhos da última sexta-feira, encerrando o dia com 2,09% no exterior. Segundo análise do site internacional Barchart, o dia café teve suporte na desvalorização do real ante ao dólar e mais uma vez nas condições climáticas no parque cafeeiro. "Chuvas abaixo do normal no Brasil são favoráveis ??aos preços do café. A Somar Meteorologia informou na segunda-feira que Minas Gerais, região que responde por cerca de 30% da safra de café arábica do Brasil, recebeu 24,5 mm de chuva ou apenas 47% da média histórica na semana passada", destaca a análise. A expectativa de consumo elevado também favoreceu os preços neste pregão. "Chuvas abaixo do normal no Brasil são favoráveis ??aos preços do café. A Somar Meteorologia informou na segunda-feira que Minas Gerais, região que responde por cerca de 30% da safra de café arábica do Brasil, recebeu 24,5 mm de chuva ou apenas 47% da média histórica na semana passada", acrescenta a publicação. No Brasil, o mercado físico acompanhou, mas de forma mais tímida e leve recuperação nas principais praças de comercialização do país.