A previsão de chuva do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indica volumes elevados no Sul do Brasil entre 26 de outubro e 2 de novembro de 2026, com acumulados que podem superar 100 mm em pontos isolados. Segundo dados divulgados pelo INMET, também são esperadas chuvas expressivas em áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Norte, enquanto grande parte do Nordeste deve registrar baixos volumes de precipitação.
A semana começa com tempo estável na Região Sul, mas a previsão indica a chegada de instabilidades a partir de quarta-feira (28). Os acumulados devem variar predominantemente entre 20 e 60 mm, com volumes mais elevados em áreas específicas.
No Rio Grande do Sul, os maiores volumes são esperados nas regiões norte, centro e nordeste, onde núcleos isolados podem registrar entre 80 e 100 mm. Em Santa Catarina, a previsão aponta acumulados de 20 a 40 mm, com pontos que podem atingir de 50 a 60 mm, principalmente no litoral.
No Paraná, a chuva deve variar entre 20 e 50 mm na maior parte do estado. Na faixa litorânea, porém, os volumes podem superar 80 mm em pontos isolados. A previsão indica tempo instável ao longo da semana, com pancadas de chuva e possibilidade de trovoadas em diferentes áreas da região.
No Sudeste, a semana começa com instabilidades na porção norte, entre o norte de Minas Gerais e o Espírito Santo. Os maiores acumulados previstos para a região devem se concentrar em São Paulo, especialmente nas áreas norte, centro e nordeste do estado. Nessas localidades, os volumes podem variar entre 20 e 60 mm, com pontos isolados acima de 80 mm. Em Minas Gerais, a previsão indica acumulados baixos a moderados, com maiores volumes no sul e no oeste do estado, incluindo o Triângulo Mineiro.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, predominam acumulados entre 20 e 60 mm em grande parte dos territórios, com possibilidade de volumes pontualmente mais elevados. De modo geral, a distribuição das chuvas será irregular, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo da semana.
No Centro-Oeste, a previsão varia entre períodos de sol, variação de nuvens e pancadas de chuva isoladas acompanhadas de trovoadas. Em Mato Grosso, os acumulados devem ficar entre 20 e 60 mm, principalmente nas regiões centro-norte e oeste. Em pontos isolados, os volumes podem ultrapassar 80 mm.
Já em Mato Grosso do Sul, Goiás e no Distrito Federal, a previsão indica, em geral, acumulados entre 10 e 30 mm, embora algumas áreas possam registrar volumes superiores. A partir de terça-feira (27), novas instabilidades devem provocar temporais, com raios, rajadas de vento, possibilidade de queda de granizo e chuva intensa. Os acumulados diários podem variar entre 20 e 80 mm.
Na Região Norte, os maiores volumes de chuva são esperados no oeste do Amazonas, onde os acumulados devem variar entre 50 e 100 mm, com pontos isolados acima desse patamar.
Também são previstos volumes entre 20 e 60 mm em áreas do Acre, de Rondônia e do sul do Pará. No Tocantins, pontos isolados podem registrar acumulados semelhantes. Em contrapartida, Roraima, Amapá e as porções norte e nordeste do Pará devem apresentar baixos volumes, predominantemente inferiores a 10 mm. Embora possam ocorrer pancadas de chuva com trovoadas isoladas, não são esperados acumulados significativos nessas áreas.
A previsão indica acumulados inferiores a 5 mm em grande parte do Nordeste, incluindo o norte do Maranhão, o norte do Piauí, o Ceará e os demais estados da região. As exceções ficam no sul do Maranhão, no sul do Piauí e no oeste e sul da Bahia. Nessas áreas, são esperados volumes entre 20 e 50 mm no início da semana. Em pontos isolados, os acumulados podem chegar a aproximadamente 60 a 70 mm. No restante da região, a tendência é de pouca chuva no período analisado.
De acordo com a previsão do INMET, os maiores acumulados devem se concentrar no Sul do Brasil, especialmente em áreas do Rio Grande do Sul e do Paraná, além de pontos do oeste do Amazonas, de Mato Grosso e de São Paulo.
Em localidades isoladas dessas regiões, os volumes podem superar 100 mm ao longo do período de 26 de outubro a 2 de novembro. Já no norte e nordeste do Pará e em grande parte do Nordeste, a previsão aponta pouca chuva. A distribuição irregular das precipitações exige atenção às condições meteorológicas locais, principalmente nas áreas com previsão de temporais, rajadas de vento, raios e possibilidade de granizo.