Agronegócio

Instituto Agronômico celebra 10 anos do Programa QUEPIA e 47 anos do CEA de Jundiaí (SP)

Inovação e sustentabilidade agrícola
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Trabalho de pesquisadores do CEA possibilitou ao Brasil ser o primeiro país a exigir por lei o controle de qualidade das vestimentas para aplicação de agrotóxicos
 
Evento acontece no Centro de Engenharia e Automação, com a presença de autoridades, lideranças do agronegócio, empresas e pesquisadores do IAC

 
O Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico, sediado no município paulista de Jundiaí (SP), completa 47 anos de fundação no dia 14 de julho próximo. No mesmo dia, o Programa IAC de Qualidade de EPIs na Agricultura (QUEPIA) celebra 10 anos de atividades. Para comemorar a data, o CEA realizará em sua sede um evento comemorativo, com a participação de autoridades, empresas e lideranças representativas do agronegócio nacional.
 
Fundado em 1969, o CEA/IAC promove ações para a modernização da agricultura. Atua em uma área de 110 hectares, aos pés da Serra do Japi, declarada Reserva da Biosfera pela Unesco. O órgão desenvolve pesquisas e presta serviços nas áreas de mecanização e pós-colheita, além de estudos sobre agricultura e meio ambiente. Desde 2011, mais de 40 projetos foram realizados no CEA/IAC de Jundiaí.
 
Com apoio financeiro de empresas e associações, pesquisadores do CEA lideram desde 2006 o Programa IAC de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura (QUEPIA). Trata-se de uma iniciativa única no Brasil voltada ao estudo e desenvolvimento de normas nacionais e internacionais aplicadas às vestimentas de proteção empregadas na aplicação de agrotóxicos nas lavouras.
 
De acordo com o pesquisador científico do Instituto Agronômico, Hamilton Ramos, o objetivo do QUEPIA é desenvolver e certificar materiais para a proteção da saúde do trabalhador. O programa QUEPIA, assinala Ramos, atribui o Selo IAC de Qualidade aos fabricantes de vestimentas que atendem normas nacionais e internacionais de proteção e segurança. Graças ao trabalho de pesquisadores do IAC/QUEPIA, o Brasil foi pioneiro no mundo, em 2011, na adoção de normas ISO em sua legislação para controle de qualidade nas vestimentas de aplicadores de agrotóxicos, hoje em estudo por diversos países.
               

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