Intervet/Schering-Plough anuncia novidades na Expovet

Agronegócio

Intervet/Schering-Plough anuncia novidades na Expovet

Lançamento de suplementos vitamínicos e unificação da marca de vacinas são os principais destaques
Por: -Joana
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Lançamento de suplementos vitamínicos e unificação da marca de vacinas são os principais destaques


O laboratório veterinário, Intervet/Schering-Plough, apresenta diversas novidades na Expovet, Feira de Negócios, Serviços e Produtos Pet e Veterinários, que acontece de 3 a 5 de junho, em Belo Horizonte. O primeiro deles é o lançamento dos suplementos vitamínicos, Gama Dog® e Gama Cat®, ingredientes alimentares naturais à base de óleo de farelo de arroz, substância que possui altas concentrações de Gama-Orizanol, Vitamina E e Ácidos Graxos Essenciais (ômegas 3, 6 e 9). Outra novidade que será anunciada ao mercado é a unificação do portfólio de vacinas para Nobivac®, que a partir de agora será uma marca mundial. No Brasil o nome da vacina Quantum® deixa de existir, passando a ser chamada de Nobivac® – porém com a mesma fórmula.

Nesse sentido, um dos destaques será a Scalibor®, coleira impregnada de deltametrina a 4%, princípio ativo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como umas das ferramentas que auxiliam na prevenção da leishmaniose visceral. Segundo a OMS, a leishmaniose registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos. Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90% dos casos ocorrem no Brasil, onde, em média, 3.500 pessoas são infectadas e mais de 200 morrem anualmente. “No Brasil, os casos estão crescentes, inclusive com muitas mortes, mas infelizmente poucos conhecem a doença”, explica a Médica Veterinária e promotora técnica da Intervet/Schering-Plough, Thaís Martins. Pesquisadores estimam que nas áreas endêmicas, para cada humano doente, existam 200 cães infectados.

A Scalibor® é indicada no controle de moscas, mosquitos flebótomos (transmissor da leishmaniose) e como auxiliar no controle de carrapatos e pulgas. É indicada a partir de 3 meses de idade podendo ser utilizada em fêmeas gestantes. Trata-se de uma coleira prática, sem cheiro, segura e que não sofre interferência da água.

“Nosso objetivo é estender a informação sobre leishmaniose e sua prevenção, já que Belo Horizonte é uma área endêmica da doença. Além de conscientizar os balconistas, representantes de pet shops, clínicas veterinárias e agroveterinárias, também queremos conscientizar os proprietários de animais sobre os cuidados básicos que os pets devem ter”, explica Martins.

Dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES) mostram que a doença infectou 502 pessoas e foi responsável por 49 mortes em Minas Gerais no ano passado. Desse total, 14 mortes e 107 diagnósticos positivos foram em Belo Horizonte. Os dados são parciais e os números podem ser maiores. Em 2009, foram registradas 75 mortes causadas pela doença no Estado, um crescimento de 134% em relação aos 32 óbitos ocorridos em 2008. Já o número de pessoas infectadas passou de 509 em 2008 para 601 em 2009, o que representa aumento de 18% nos casos.

Todos que visitarem o stand da Intervet/Schering-Plough também poderão conhecer os produtos e programas de prevenção da empresa, além de ganharem brindes.

Sobre a leishmaniose visceral

A leishmaniose é transmitida, principalmente, através da picada de um mosquito conhecido popularmente como “mosquito palha”. O cão tem um importante papel na manutenção da doença no ambiente urbano visto que pode permanecer sem sintomas mesmo estando doente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a leishmaniose visceral registra anualmente 500 mil novos casos humanos no mundo com 59 mil óbitos. Quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% das ocorrências. Na América Latina, ela já foi detectada em 12 países e, destes, cerca de 90%dos casos acontecem no Brasil, onde, em média, 3.500 pessoas são infectadas anualmente.

Apesar de classificada como doença de caráter rural, a boa adaptação do mosquito transmissor à vida urbana tem permitido a rápida expansão da doença no Brasil. Os desmatamentos, processos migratórios e o crescimento desordenado também contribuem para essa expansão e alteração do perfil epidemiológico da doença. “Por isso é de extrema importância adotar medidas preventivas para evitar que o cão seja infectado”, ressalta o Médico Veterinário e gerente Técnico da Intervet/Schering-Plough, Andrei Nascimento.
 
 
As informações são da Alfapress Comunicações

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