Irrigação: produtores precisam ficar atentos à assinatura de contratos

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Irrigação: produtores precisam ficar atentos à assinatura de contratos

Instituição já elaborou, até o presente momento, 565 projetos de irrigação
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Agricultores familiares que já encaminharam projetos de irrigação ao Governo do Estado devem ficar atentos à assinatura dos contratos de crédito, lembra a Emater/RS-Ascar. Somente na região administrativa de Ijuí ? que abrange os Coredes Noroeste Colonial, Alto Jacuí e Celeiro ?, a Instituição já elaborou, até o presente momento, 565 projetos de irrigação para os programas Irrigando a Agricultura Familiar, da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Mais Água Mais Renda, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) e Segunda Água, coordenado pela SDR e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). 

Dependendo da finalidade e custos do projeto, ele estará vinculado a uma secretaria de governo, por isso o caminho percorrido pelo contrato de crédito, de Porto Alegre até a mão do produtor, é bem diferente. 

Contratos do programa Irrigando a Agricultura Familiar, por exemplo, ficam aguardando pela assinatura do produtor nos escritórios municipais da Emater/RS-Ascar. "O produtor pega o contrato no escritório da Emater e vai até o cartório registrar sua assinatura, depois envia o documento, assinado, direto para o Badesul (Banco de Desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul)", explicou o engenheiro agrônomo do Departamento da Agricultura Familiar (SDR), Jonas Wesz. Para não gastar dinheiro com serviço de correio, o produtor tem a opção de enviar, de graça, o documento ao Badesul por meio do Banrisul. 

Bem diferente é o caminho traçado para contratos do Mais Água Mais Renda. Segundo o coordenador técnico do Programa, André Stolaruck, a Seapa entrega os contratos de crédito na mão dos seus coordenadores regionais e eles se encarregam de distribuir o documento nas suas regiões.

As famílias beneficiadas pelo Programa Segunda Água não precisam seguir estes fluxos. "São famílias da faixa da extrema pobreza, por isso recebem a obra pronta, sem custos", explicou a engenheira da SDR, Janete Basso Costa. 

Em Catuípe, todos os produtores que solicitaram projetos à SDR já resolveram suas pendências burocráticas e estão com a documentação em dia. "Estamos na fase de ir até a propriedade para fazer a demarcação da área onde o sistema de irrigação será implantado", comemorou o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar Carlos Dalla Corte. 

Nesta quarta-feira (02/7), Dalla Corte esteve na propriedade do casal de agricultores familiares Edilcia e Admilson Sandri, na localidade de Rincão dos Dambrós. Conforme o projeto subsidiado pelo Governo do Estado, os Sandri irão irrigar uma área de 1,5 hectare, com o objetivo de manter a estabilidade do pasto e da produção de leite. 
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